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domingo, 22 de outubro de 2017

O Portal


Se você leu os “Mais 50 mistérios inexplicáveis” deve saber sobre os incidentes que ocorrem no Golfo de Aden. Em 9 de novembro de 2009, um enorme vórtice se abriu no céu em cima do Golfo de Aden, o qual toda Noruega e parte da Europa puderam observar. O fenômeno que deixou muita gente espantada, durou cerca de 12 minutos. No inicio de 2010, ele voltou a acontecer em menor intensidade. A versão oficial diz que os vórtices gigantescos que se formam no céu do Golfo de Aden são resultados de mísseis que falharam. Logicamente, os teóricos da conspiração não ficaram contente com a explicação. Eis então que vem a publico um relatório que ninguém sabe a veracidade mas que deixou muitas pessoas com o pé atrás. O relatório seria do almirante da Frota do Norte russa Maksimov, do primeiro-ministro Vladimir Putin, dizendo que um misterioso vórtice magnético atualmente focando no Golfo de Aden desafiou todos os esforços combinados da Rússia, os Estados Unidos e a China a fechar e verificar a causa exata de sua origem.
A especulação é que o vórtice do Golfo de Aden possa ser um Stargate, aparelho anular supercondutor que permite viagens pelo “subespaço”, através de um buraco-de-minhoca estável, com destino a outro aparelho idêntico localizado a uma vasta distância do primeiro. Ou talvez em outro universo.
Desde o ano 2000, o golfo de Aden é vigiado dia e noite pelas seguintes frotas navais: Marinha Real Australiana Guerra, Marinha belga Búlgaro, Marinha do Canadá, Marinha de Libertação do Povo (China), Marinha Real da Dinamarca, Marinha Francesa, Marinha Alemã, Marinha grega, Marinha da Índia, Marinha da República Islâmica do Irão, da Marinha italiana, as Forças Marítimas de Autodefesa do Japão, República da Marinha da Coreia (Coreia do Sul), Marinha Real da Malásia, Marinha Real Holandesa, Marinha do Paquistão, Marinha Portuguesa, Arábia Royal Navy, Marinha Russa, Marinha Espanhola, Marinha sueca, Marinha turca, Marinha Real Britânica e a Marinha dos Estados Unidos.
Quando questionados sobre o porquê de tantos grupos navais em único lugar, os governos respondem a mesma coisa: piratas da Somália. A região é infestada por piratas, isso é verdade. Porém não justifica uma ação conjunta desse tamanho para conter meia-duzia de pé-rapados ( pois é, esses piratas possuem embarcações precárias, além de que, seu poder de fogo é tão insignificante perto do que uma Marinha de um país contém, que é certo que apenas a Marinha dos EUA conseguisse detê-los).
Desde de o advento da Mecânica Quântica, essas estruturas começaram a ser cogitadas. Não sabemos se o homem seria capaz de criar tal estrutura, principalmente pelo fato de que seria necessária uma enorme quantidade de energia para abrir um Portal para qualquer lugar que seja. Entretanto, ele estava lá, ficou visível para todos no dia 9 de novembro de 2009. Como eles sabem desse evento desde o ano 2000, isso explicaria a pressa de alguns governos em construir seus abrigos anti-catastrofes depois dessa data.



O Zika Vírus é uma infecção causada pelo vírus ZIKV, transmitido pelo mosquido Aedes aegypti, o mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya. Os primeiros casos foram notificados no Brasil no ano de 2015, no Rio Grande do Norte e na Bahia.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou que o mundo se encontra em estado de emergência global por conta do aumento nos casos de microcefalia.

As teorias da conspiração apontam que o surto do Zika foi causado por conta de mosquitos geneticamente modificados que foram liberados por uma empresa de controle de insetos chamada Oxitec.

A empresa conduziu testes com insetos aqui no Brasil e também é conhecida por atuar na área de criação de mosquitos geneticamente modificados e por isso começou a associação com a teoria da conspiração.

Os teóricos afirmam que os mosquitos criados pela empresa possuem um traço genético hereditário que torna qualquer um dos seus descendentes incapazes de sobreviver sem um antibiótico chamado tetraclina.

A teoria que envolve a empresa afirma que para que a conspiração aconteça, é preciso que um grupo de mosquitos geneticamente modificados sejam liberados com grandes quantidades de tetraciclina.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

The Angelman Project


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Você certamente deve saber que experimentos com humanos são polêmicos e em geral proibidos, mas parando pra pensar, será mesmo que testes em humanos são proibidos quando é do interesse de um governo? Ou será que simplesmente não está acontecendo e é algo inacessível? O que impediria do governo criar laboratórios secretos e fazer testes? Ou mesmo grandes empresas com poder imenso e loucas para ganhar dinheiro, se pegassem um mendigo na rua ou comprassem alguém no mercado negro que já nasceu como escravo, quem iria procurar?






O manuscrito a seguir foi encontrado em um laboratório abandonado. Com aparência de que pegou fogo a muito tempo atrás, a estrutura está localizada em um lugar de difícil acesso no Alasca, notavelmente feito para não ser encontrado. Haviam duas salas no laboratório, uma usada para contenção que foi bloqueada e quando conseguiram entrar, tinham vestígios de sangue seco e outra sala, que era para se observar o que quer que estivesse dentro. A principio, não foi identificado para que servia o laboratório, mas o texto deixado lá pode ser uma pista do que ocorria naquele local.


Junto ao texto havia a seguinte nota:


1) Não mexa com o que não é seu;
2) Mesmo os anjos podem ser demônios disfarçados;
3) Não venha até mim. Sou tão bom quanto morto.


O Manuscrito:


"Era pra ser simples, nós achávamos. Pegue um pouco de cromossomos, os corte, os coloque lá e uau, o ser humano perfeito. Eu ainda não tenho certeza do que deu errado. Talvez um erro de cálculo? Ou talvez algo além do nosso controle. Quem vai saber?
Nós (alguns colegas meus que são psicólogos e eu) estávamos intrigados com as emoções humanas. Raiva, desespero, euforia. Seria possível bloquear a mente em apenas uma emoção? Bloquear a mente em um estado de completa euforia, de modo que nenhuma tristeza ou raiva ofusquem seu pensamento? Teoricamente, sim.
Não vou descrever os procedimentos de nossas experiências para você. Tanto porque não quero que você os repita e também tenho medo que você enlouqueça se eu contar as coisas terríveis que fizemos. Nós éramos ambiciosos, jovens, nada poderia nos deter, e ninguém poderia nos dizer que estávamos errados. Tudo que vou dizer é que nós pegamos algumas células-tronco e alimentamos elas em fetos. O experimento foi chamado de "The Angel Man Project" e o objetivo era criar um ser que sentia apenas felicidade. Mas algo deu errado. Terrivelmente errado.
Metade das cobaias morreram inesperadamente, sem aviso prévio ou sem uma causa justa. A metade restante em sua maioria nasceram horrivelmente distorcidas. Três nasceram bem. Perfeito, nós pensamos. Um ser humano com capacidade mental superior a qualquer outro, devido ao seu estado sempre eufórico.
Eles eram perfeitamente normais até os dezoito meses de idade. Foi quando apareceram os primeiros sintomas. Falta de equilíbrio, dificuldade parar dormir e comer, baixa capacidade de resposta. Todos nós no fundo estávamos em pânico, é claro, mas por fora permanecemos calmos e continuamos com o projeto. Deveríamos ter parado ali. Devíamos ter pego as cobaias, sacrificá-las e então as queimar e fechar o laboratório. Mas nós continuamos.
As coisas só pioraram. Os movimentos deles se tornaram cada vez mais esporádicos e eles ainda não poderiam proferir palavras, embora pudessem rir e faziam isso muitas vezes. Muito frequentemente. Não um riso feliz, mas quieto, quase que um sorriso nervoso e constante. Não importava quanta dor era infligida sobre a cobaia, ela simplesmente te encarava e ria, como se estivesse zombando de você, chamando de fútil suas tentativas de a prejudicar.
Esperávamos que as cobaias tivessem uma capacidade extra de aprendizagem. Mas o contrário ocorreu. O desenvolvimento mental delas era severamente atrasado. Elas não conseguiam prestar atenção em algo por mais de alguns minutos antes de cair em mais um ataque de riso. Mas nós continuamos, esperando que estes sintomas fossem sumir conforme as crianças ficassem mais velhas. Nós demos um nome para os sintomas. "Happy Puppet Syndrome", porque os movimentos irracionais das crianças faziam parecer que elas eram fantoches em cordas.
Cinco anos no projeto e percebemos que não havia esperança. Nós não aguentávamos mais o riso incessante dessas crianças, como se elas soubessem algo que nós não sabemos. Olhar para uma criança e vê-la se contorcer esporadicamente e rir demais é uma coisa assombrosa. Dois dos meus colegas já tinham saído, porque não aguentavam mais. Eu nunca mais ouvi falar deles depois disso. Eles provavelmente estão mortos.
As crianças não tinham falado por cinco anos. Apenas riram sua risada condenada. Nós entramos para os dar o café da manhã e eles olharam para nós com seus olhos enormes, contraindo-se, rindo e sem dizer nada. Nós deixamos a refeição na frente deles e saímos. A comida está com toxinas que vão os matar em silêncio e sem sofrimento. Era uma coisa dolorosa a se fazer, mas tinha de ser feito. Contudo, não era tão fácil.
Um dos meus colegas colocou uma bandeja de comida na frente de um dos garotos, o riso parou. O menino olhou para meu amigo, seus olhos de repente ficaram escuros e ele muito sério. A risada parou.
Eles continuaram a olhar para ele e contorcer por um tempo. Meu amigo estava em choque e não se moveu. Meus colegas e eu estávamos com caneta e bloco de notas, pronto para escrever. De repente, meu amigo caiu de joelhos, segurando a cabeça e gritando furiosamente. Ele parecia estar sentindo muita dor. Meus colegas e eu estávamos tão surpresos com isso, não podíamos fazer nada, além de sentar e assistir. Meu amigo caiu no chão, gritando palavrões. Ele se bateu violentamente algumas vezes, e depois ficou quieto.
Eu segurei o impulso de vomitar, com mais sucesso do que alguns dos meus colegas. Alguma coisa sobre isso não era normal. Uma presença negra que parecia uma torre sobre nós. Nós imediatamente selamos a entrada. O menino parou, olhou para a porta, e riu. Ele caiu no chão, se contorcendo e rolando de rir loucamente. Os outros dois fizeram o mesmo. Depois de alguns minutos o ajuste parou e eles se levantaram ainda se debatendo, ainda rindo.
As luzes se apagaram. Eu ouvi batidas, vidro quebrando, gritos. A coisa mais terrível de todas, foram os sussurros assombrosos, juntamente com o riso silencioso. Quando as luzes voltaram, as cobaias tinham desaparecido. Dois dos meus colegas estavam inconscientes ao meu lado, seus corpos estavam torcidos em ângulos estranhos e com sangue escorrendo de suas bocas. No início, eles pareciam estar mortos. Eles não mostravam sinais vitais. Mas eu me inclinei um pouco, e então podia os ouvir rindo, ainda que levemente. Fui examinar meu amigo. Sem pulso, sem respiração, mas ele continuou rindo baixo.
Embora as cobaias tenham sumido, eu ainda sentia como se algo estivesse me observando, algo que estava apenas na borda da minha visão, mas que eu nunca seria capaz de ver.
Eu e um colega restante fechamos tudo imediatamente. Antes de sair, destruímos nossa pesquisa e bloqueamos o laboratório. Eu perdi a comunicação com os meus colegas. Presumo que eles estão mortos.
Eu ainda sinto que estou sendo vigiado. Ainda ouço o riso, o sussurro, nos meus sonhos e as vezes quando estou acordado. Quando isso acontece, eu corro. Eu me levanto e saio de qualquer lugar que eu esteja. Não sou capaz de ficar no mesmo lugar por mais de alguns dias por causa disso.
Isso se espalhou. Outras crianças foram vistas com sintomas semelhantes. Eu não tenho nenhuma ideia de como isso se espalhou, e não era pra ser algo que se espalha. Alguém em algum lugar fez algo sobre a disjunção do cromossomo 15, e que manteve as pessoas felizes e no escuro, até agora. A doença foi chamada de "Angelman Syndrome" (Síndrome de Angelman). Até agora os surgimentos não foram perigosos. Mas sei que os originais ainda se escondem em algum lugar.
Eu sei que eles estão vindo atrás de mim. Sei que eles vão me encontrar. Aceito isso. É o que recebo por tentar mexer com a natureza. Deixo aqui esta carta como um aviso."

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

11 de setembro




Entre as teorias da conspiração expostas aqui está é uma das poucas que é, com certeza, mais provável de ser verdadeira que a versão oficial. Tudo leva a crer que o maior ataque terrorista da História foi um trabalho interno. A primeira suspeita disso reside na conhecida Operação Northwoods. Na década de 60, quando o poderio de Cuba começou a crescer, sob o comando de Che e Fidel, o alto escalão do governo dos EUA decidiram que já era tempo de iniciar uma guerra e acabar com a fanfarrice cubana. No entanto, não fariam isso sem o apoio da população. Uma pesquisa foi realizada e obtiveram o resultado de 70% rejeição do povo americano referente ao inicio de uma guerra contra Cuba. A CIA então decidiu montar a Operação Northwoods. Em resumo a operação tratava-se de cometer ataques terroristas em diferentes pontos do território americano e colocar a culpa nos cubanos, assim eles poderiam ter a sua guerra com a população estadunidense a favor. Quando JFK foi consultado para dar inicio ao “procedimento” este por sua vez indignou-se com tamanha atrocidade recusou dar continuidade aquele plano bizarro. Ao invés disso, JFK decidiu que já era hora da CIA perder suas “asas”. Reuniu seu partido e pediu que emitissem emendas para diminuir o poder da CIA no governo. Isso gerou revolta dos chefes da Inteligência Americana e antes que completasse suas ambições, Kenedy foi assassinado. A questão toda sobre esse fato é que, se eles já tentaram fazer isso antes, quem garante que não fizeram no 11 de setembro? Vamos as pontos a favor que apoiam essa hipótese:
Esse não foi o primeiro ataque terrorista planejado contra os EUA. Desde a época de 50, diversos grupos já haviam tentado o feito. Nunca conseguiram porque a defesa americana nunca falhou. E não falhou porque eles tinham o controle de todas as situações, sempre sabiam de forma antecipada dos planos dos inimigos. E dessa vez não foi diferente. Eles já sabiam com meses de ante cedência sobre o ataque as Torres Gemeas. O interessante é que mesmo sabendo data, hora, local e como seria realizado, o alerta máximo não foi dado. Ao menos aumentaram o nível de segurança. Simplesmente desprezaram. E por que? Por que um país com a informação que seria atacado haveria de ignorar o fato?
Ao contrário de JFK, G.W.Bush não é um homem com o caráter invejável. Sua família está entre os acionistas majoritários das empresas de petróleo do Texas que , na época, sofriam com a escassez desse recurso no país. Além disso, Bush e o General Maior das Forças Armadas eram sócios majoritários da Carlyle Group, indústria de equipamentos bélicos que forneciam arma para o Exercito Americano.
A economia do país andava de mal à pior devido a péssima administração do governo Bush. Recessão seria um ponto certo no próximo semestre diziam os economistas. Os EUA sempre dependeram das guerras para conseguir crescer e sustentar a sua economia.
Logo, todo o governo americano se beneficiaria com o inicio da Guerra. Mas como iniciar uma guerra? Contra quem? E por que motivo? Eis que surge Bin Landen, um ex-agente da CIA, responsável na época pela liderança dos maiores grupos terroristas que dominava uma terra com muitos recursos, o Afeganistão. Bin Laden era um agente da CIA desde os anos 80, época em que os Estados Unidos financiaram a resistência afegã contra a ocupação soviética. Teria saído da organização mas continuava mantendo contato.
E a guerra contra o terror foi iniciada. E Carlyle Group e a United Defense ganharam trilhões em lucro com o fornecimento bélico. E os EUA tomou os recursos naturais do Afeganistão e recuperou sua economia temporariamente. E mesmo com as maiores tecnologias de rastreamento do mundo, com aviões que sensores que enxergam até 10km a partir de uma superfície, os EUA não conseguiram encontrar Osama. Certamente porque se tivessem feito isso no começo, não haveria mais motivo para as tropas continuarem no Afeganistão e a população iria rejeitar a idéia de prolongar a tal “guerra contra o terror”.
Depois de 10 anos de busca, Osama é encontrado e morto e por incrível que pareça ninguém viu o corpo, não existe uma prova sequer que ele morreu, exceto pelo teste de DNA, que não prova nada visto que ele já havia sido um agente da CIA na década de 80 e logo eles poderiam ter uma amostra do seu DNA para realizar o teste ou mesmo, ter o teste já em mãos. Pela primeira vez, os Teóricos da Conspiração tinham mais razão que os demais, pois sempre foram exigidas provas dos teóricos e agora quem exigia provas eram eles. E não conseguiram. Ninguém conseguiu. A única prova é a palavra do presidente dizendo que ele está morto. E provável que ele tenha cumprido o seu papel e já estava na hora de sair de cena e para isso, seria necessário forjar a sua morte.
Assim, analisando as possibilidades, é muito mais provável que uma conspiração tenha sido planejada para realizar o atentado do que a versão oficial, onde todas as defesas do EUA falharam ao mesmo tempo, nenhuma medida foi tomada para evitar o pior e uns terrorista armados com facas conseguiram sequestrar os aviões e fazer todo mundo de refém. Sem falar no Pentágono, que foi atacado por um Boeing com 38 metros de envergadura com 100 toneladas voando a 400 quilômetros destruiu apenas um dos cinco lados do edifício, porém, sumiu, virou pó, porque não existia peça nenhuma, nenhum destroço, nada. Os corpos das vitimas foram vistos apenas por testemunhas, que trabalhavam no Pentágono. O formato do buraco formado pelo choque do avião com o prédio é totalmente adverso segundo especialistas. Por isso, acredita-se que o Pentágono tenha sido atacado por um míssil dos EUA.



                            

Projeto Haarp


Tudo começou quando o governo dos EUA decidiram contatar a JP Morgan sobre as patentes referente as tecnologias criadas por Tesla devido a guerra fria. Em 1987, um estranho personagem chamado doutor Bernard J. Eastlund, apresentou uma absurda patente estadunidense nº 4.686.605, que tentava fazer uso de certa tecnologia criada supostamente por Tesla para alterar os campos energéticos da Terra. Na versão oficial essa tecnologia foi rejeitada. Na realidade, ela abriu uma brecha, um conhecimento que estava adormecido nas mãos da JP Morgan: as tecnologias de Tesla que não foram à publico. Não demorou para os EUA colocar em prática o projeto HAARP, com o pretexto de melhorar a comunicação e estudar a ionosfera. E as contradições começaram a aparecer aí. Embora seja, segundo o governo dos EUA, um projeto puramente científico, a instalação do HAARP, localizada em uma região de acesso proibido no sudeste do Alaska, é propriedade da Marinha e das Forças Aéreas. O projeto descrito pelo comandante da defesa como “simples projeto científico” gasta em torno de 200 milhões de dolares por ano. Essa suposta arma começou a incomodar muita gente, inclusive alguns governos que perceberam de imediato a possibilidade dessa “instalação de pesquisa”.

Terceira guerra Mundial




A história diz que as guerras mundiais foram uma conseqüência de uma série de eventos ocorridos de forma imprevisível que desencadearam ações que resultaram no conflito armado. As Teorias da Conspiração falam o contrário. De acordo com os conspirologos, as guerras mundiais foram previamente planejadas. O objetivo é muito simples: manter o sistema e aperfeiçoá-lo. Quem está no poder, ganha mais poder. A Terceira Guerra mundial já está segundo algumas teorias da conspiração. E será em breve, previsão é que ocorra antes de 2015. A meta seria a diminuição da população, assim como, centralizar o poder em um unico governo e moeda. Os bancos ganhariam mais força e seriam a própria lei.

Assim, todos os eventos que ocorrem que desencadearam o conflito, como as constante transgressões americanas, a implicância do Irã, a sucessão de poder na Correia do Norte, enfim, todos os eventos negativos, não são negativos a toa, são consequencia de um plano estratégico de colocar em prática o projeto de centralização do poder.

Rockfellers e a Comissão Trilateral




Não podemos falar dos Rockefellers, sem antes mencionarmos seu maior patrimônio, “A COMISSÃO TRILATERAL”, uma entidade pouco entendida, desempenha um papel fundamental no esquema da Nova Ordem Mundial e sua vontade de conquista global, como irei explicar por diante.
A Comissão Trilateral foi criada em 1973. Seu fundador e principal impulsor foi o financista David Rockefeller, por longo tempo presidente do Chase Manhattan Bank, instituição controlada pela família Rockefeller. O primeiro encontro teve lugar em Tóquio, de 21 a 23 de outubro de 1973. Sessenta e cinco pessoas pertenciam ao grupo americano. Deles, 35 tinham relações entre cruzadas com o CFR (Conselho de Relações Exteriores).
Durante o primeiro ano e meio, a comissão produziu seis informes chamados “Informes do Triângulo”. Estes informes converteram-se no selo característico da CT e serviram como diretrizes do desenvolvimento de seus planos e como parâmetro para avaliar a opinião do público: dois deles no encontro de Tóquio de outubro de 1973, três no encontro de Bruxelas em junho de 1974; e um no encontro de Washington de dezembro de 1974. Gary Alien, em O Expediente Rockefeller, publicado em 1975, escreveu o seguinte: “ Se os “documentos do triângulo” são indicação de algo, podemos dizer que existem quatro eixos principais no controle da economia mundial: o primeiro, na direção de criar um renovado sistema monetário mundial”, algo já conseguido: o Clube Bilderberg, a TC e o CFR criaram três blocos econômicos regionais: o CE, a União das Américas e a União Monetária Asiática, que se está formalizando na atualidade; “o segundo, na direção do saque de nossos recursos para uma ulterior radicalização das nações despossuídas”, também conseguido: Rockefeller e companhia enviaram bilhões em tecnologia americana à URSS e à China como requisito do futuro Governo Mundial Único e seu Monopólio; “o terceiro, na direção de um comércio escalonado com os comunistas”, conseguido: a crise energética de 1973 e o subseqüente temor à escassez energética, os movimentos de defesa do meio ambiente e a guerra do Iraque.
A comissão Trilateral – exclusivamente dedicada a tornar realidade a visão da ordem mundial do David Rockefeller, a conseguir a uniformidade ideológica do mundo e ao compromisso com o internacionalismo liberal – está composta pelas três regiões chaves em nível comercial e estratégico do planeta: América do Norte, Japão e Europa Ocidental. Normalmente tem ao redor de 325 membros que trabalham durante um período de três anos. Holly Sklar afirma emTrilateralism: The Trilateral Commission e Elite Planning for World Management que “seu propósito é dirigir a interdependência global entre essas três grandes regiões, de maneira que os ricos protejam os interesses do capitalismo ocidental, em um mundo explosivo, provavelmente desalentando o protecionismo, o nacionalismo e qualquer resposta que pudesse pôr a elite contra a elite. A pressão econômica será desviada para baixo, em vez de lateralmente”. Paul Volcker, membro do CT e ex-presidente da Reserva Federal disse mais claramente se couber: “O nível [de vida] do americano médio tem que diminuir”. Volcker, por certo, procede do próprio Chase Manhattan Bank do Rockefeller.
A comissão Trilateral está composta por presidentes, embaixadores, secretários de estado, investidores da Wall Street, banqueiros internacionais, executivos de fundações, membros de think tanks (geradores de idéias), advogados de lobbies (grupos de interesses), líderes militares da OTAN e do Pentágono, ricos industriais, dirigentes de sindicatos, magnatas do meios de comunicação, presidentes e importantes professores de univesidades, senadores e congressistas, assim como empreendedores enriquecidos.
Convém saber que as famílias Rothchild e Rockefeller são as famílias líderes no férreo controle sobre as comunicações e respondem diretamente entre os Bilderbeg.
É importante saber que os feitos de guerra da Alemanha Nazista foi apoiado em sua maior parte por duas organizações, uma delas chamada I.G. Farben. Esta organização produziu 84% dos explosivos da Alemanha e até o Zyklon B usado nos campos de concentração.
Um dos assuntos que ninguém comenta é que a I.G. Farben era a Stand Oil Company de J.D. Rockefeller’s na América. De fato, a Força Aérea Alemã nem conseguiria operar sem o aditivo combustivo especial patenteado pela Rockefeller Standart Oil.
O bombardeamento de Londres pelos Nazistas só foi possível devido à venda de US$ 20 milhões de dólares de combustível à I.G. Farben pela Rockefeller Standart Oil.
Este é apenas um pequeno ponto sobre como os negócios americanos jogou com ambos os lados na Segunda Guerra Mundial. Primeiro nos EUA, o governo pegando emprestado dinheiro da Reserva Federal, lucro garantido para o cartel de banqueiros, inclusive Rockefeller, enquanto do lado oposto da guerra, na Alemanha, Rockefeller novamentecom sua empresa, vendia combustível patenteado para os aviões e veículos nazistas.
Se pesquisarmos mais a fundo veremos fortes indícios de ligação da Família Rockefeller com sociedades secretas e que esta faz parte de uma das 13 famílias que governam acima dos governos do mundo, citando suas regras e tentado criar uma Nova Ordem Mundial e união e escravismo religioso.
David Rockefeller admitiu em sua autobiografia, intitulada “Memoirs”, conspirar por um governo mundial, com uma estrutura política e ecônomica integrada.
Uma marca registrada da dinastia durante os mais de 140 anos tem sido o notável unidade que tem mantido, apesar das grandes divisões que desenvolveu no final dos anos 1970, e contrariamente a outras famílias abastadas, como o DuPonts e os Mellons. A principal razão foi o esforço de aprendizagem ao longo da “Junior” não só para limpar o nome do vexame decorrentes das práticas cruéis da Standard Oil, mas seus incansáveis esforços para forjar a unidade familiar, mesmo quando ele permitiu aos seus cinco filhos operar independentemente. Isto foi parcialmente realizado pelos irmãos e familiares reuniões regulares, mas foi também por causa do alto valor colocado na primeira unidade familiar por Nelson e John terceiro e, mais tarde, especialmente com David quanto às realizações, em 1972, sobre o 100 º aniversário da fundação de Andrew Carnegie da filantropia, da Carnegie Corporation, que teve uma longa associação com a família e as suas instituições, divulgou uma declaração pública alegando sua importância para humanidade: “As contribuições da família Rockefeller são surpreendentes em sua extraordinária amplitude e no âmbito da sua contribuição para a humanidade.”
No que tange à riqueza, John D. Rockefeller negou a ter a fortuna de US$ 10.000.000.000. No entanto, em 29 de setembro de 1916 (designadamente anos após o desmembramento de seu império Standard Oil pelo Supremo Tribunal em 1911), ele passou oficialmente essa marca e se tornou o homem mais rico que já viveu, ultrapassando de longe a fortuna do segundo mais rica, Andrew Carnegie.
A associação de ligações pessoais e sociais dos diferentes membros da família são enormes, tanto na América e em todo o mundo, incluindo os políticos, realeza, figuras públicas, e chefe da missão de empresários .
O nome Rockefeller é impresso em numerosas localidades em todo o Estados Unidos, sendo mais notavelmente na cidade de Nova Iorque e em Cleveland, onde a família têm suas raízes:

O Rockefeller Center – prédio de 22 acres no centro de Manhattan instituído pelo Junior.
A Rockefeller University – Renomeado em 1965 pela premiação do Nobel em Medicina
Fundação Rockefeller – Fundado em 1913, esta é a famosa entidade filantrópica criada pela Sênior e Júnior;
O Fundo Rockefeller Brothers – Fundado em 1940 pela terceira geração de cinco filhos e uma filha de Junior;
O Fundo Family Rockefeller – Fundado em 1967 por membros da família da quarta geração;
O Grupo Rockefeller – Um grupo fechado de gestão familiar é agora totalmente detida pela Mitsubishi Estate Co. Ltd.;
A Rockefeller Research Laboratories Building – Um importante centro de pesquisa em câncer de que foi criado em 1986 e nomeado após Laurance esta situa-se no Memorial Sloan-Kettering Cancer Center;
O Rockefeller Center – Lar dos Estudantes Internacionais, Serviços de escritório e departamento de filosofia, política e direito da Universidade Estadual de Nova York em Binghamton;
A Capela Rockefeller – Concluída em 1928, este é o edifício mais alto no campus da Universidade de Chicago, criada em 1889 por Sênior;
A Rockefeller Hall – Criada pela Senior em 1906, este edifício alberga a Case Western Reserve University Physics Department;
A Rockefeller Hall – Criada pela Sênior e concluída em 1906, este edifício alberga a Universidade Cornell Physics Department;
A Rockefeller Hall – Criada pela Senior em 1887, que concedeu um Vassar College. Abriga salas multi-usos , departamentais para a ciência política, filosofia e matemática;
A Rockefeller Hall – Criada pela Sênior e concluída em 1886, este é o mais antigo prédio no campus da Spelman College;
O Colégio Rockefeller — apelidada de John D. Rockefeller III, este é um colégio residencial em Universidade de Princeton;
O Michael C. Rockefeller Center Arts – Concluída em 1969 em memória do filho do Nelson Rockefeller, este é um centro cultural da Universidade Estadual de Nova York;
O Michael Collection C. Rockefeller e do Departamento de Arte Primitive – Concluída em 1982, após ter sido iniciado por Nelson, essa é uma ala do Metropolitan Museum of Art;
Enfim, a lista é gigantesca e abrange todas as áreas cientificas e culturais que conhecemos.
John D. Junior, através de seu filho Nelson, comprou e, em seguida, doou o terreno sobre o qual se senta sede da ONU, em Nova York, em 1946.
Ele também financiou a notável “Escavações em Luxor” no Egito, assim como estabeleceu uma Escola de Estudos Clássicos em Atenas. Além disso, ele forneceu o financiamento para a construção do Museu Arqueológico da Palestina, em Jerusalém – o Museu Rockefeller.
Por todas as razões expostas, a família e o seu grande alcance filantrópico, e seu petróleo, imobiliárias, bancos, instituições internacionais e ainda são consideradas hoje as maiores empresas desses ramos nos Estados Unidos.
Observamos claramente que a Família Rockefeller exerce o poder, controlando a educação, saúde, economia e o petróleo. Não seria exagero pensar que com todo esse prestígio, a ganância pelo controle mundial seja repassada de geração em geração. É fato que eles sejam hoje uma das famílias que ditam as regras junto com os Rothschilds.

Assassinato da Princesa Diana




A princesa Diana foi assassinada pelo Serviço Secreto Britânico, apoiado pela CIA? É no que os conspirologos acreditam. Em especial o jornalista inglês Sherman H. Skolnick, editor do site HotLines News e moderador do programa de televisão Broadsides . Ele escreveu um longo artigo, publicado em várias páginas de conspirações, justificando sua teoria.

Como se sabe, Diana era a herdeira de uma das maiores fortunas mundiais e estava a ponto de fundí-la com Dodi Al-Fayed, seu namorado árabe. O que seria, na opinião de Sherman, um desastre para as potências financeiras ocidentais.

Em 31 de agosto de 1997, Diana e Dodi morreram em um acidente de carro em um túnel, em Paris (curiosamente, em tempos passados, o local abrigava um monumento chamado Templo de Culto à Deusa Diana).

Sherman conta que no mesmo dia da tragédia, o jornal London Sunday Mirror já tinha impresso uma história, insinuando que o namoro acabaria por destruir a Monarquia.

Ao longo de suas investigações, Sherman obteve duas informações confidenciais. A primeira revelava que a rainha Elizabeth estava planejando prejudicar a Harrods (grande loja de departamento, de propriedade do pai de Dodi), em Londres. A rainha-mãe teria proposto também à família real o exílio da princesa, o que não era viável, uma vez que o filho mais velho de Diana seria, na ordem sucessória, o próximo rei da Inglaterra.

Sem outra alternativa, a Inteligência Britânica teria decidido pela morte de Diana, num acidente de automóvel.

“É um método corriqueiro. Eu mesmo e o Comitê dos Cidadãos para Moralização das Cortes fizemos suposições sobre como os Estados Unidos e a Inteligência Britânica conduziram em conjunto a Operação Clydesdale , unidade criada para abafar casos de pornografia, sem qualquer processo judicial, provocando falsos acidentes automobilísticos.”, diz Sherman.

Em abril de 1998, o pai de Dodi mandou seu chefe da segurança Viena, Áustria, para negociar com um homem que oferecia documentos confidenciais pela bagatela de 10 milhões de libras esterlinas. Segundo Sherman, os documentos exibiam provas de que a Inteligência Britânica tinha pedido ajuda da CIA para assassinar Diana.

Uma outra hipótese levantada pelos conspirologos: Diana era uma agente da CIA, com a missão de acabar com a realeza britânica. E foi morta porque, cansada de desempenhar esse papel, estava prestes a denunciar sua condição ao jornal francês Le Monde .

De qualquer forma, Sherman, bem como a jornalista Jane Tawbase, do Eurobusiness, levantaram algumas suspeitas interessantes. Dentre os papparazzi, inicialmente considerados como os causadores da tragédia, havia seis franceses e um marroquino. Os primeiros deram entrevistas, tornaram-se, mesmo que involuntariamente, pessoas públicas. “Mas e o marroquino?”, pergunta Jane. Simplesmente sumiu. Seria ele um assassino profissional?

Dizem ainda que o motorista do carro, Henri Paul, que há 10 anos servia a família de Dodi, estava bêbado. Um filme gravado pelo pai de Dodi mostra que Paul caminha normalmente ao sair do Hotel Ritz, em direção à Mercedes que conduziria Diana e Dodi.

“De acordo com os testes feitos, Paul teria no sangue uma quantidade de álcool equivalente a duas garrafas de vinho. Ora, alguém nesse estado estaria cambaleando”, lembra Sherman.

Mais ainda: Paul tinha recebido um diploma de direção defensiva da fábrica Mercedes-Benz mas desceu uma curva a mais de 150 quilômetros por hora. Por que cometeria tal desatino, se tinha ciência de que, daquele jeito, correria risco de vida? Para o pai de Dodi, Paul era uma gente da CIA preparado para o sacrifício.

Há outros pontos obscuros. A ambulância que levou Diana demorou quarenta minutos para percorrer uma distância de cinco quilômetros até o hospital.

“E por que os médicos que a socorreram não pediram um helicóptero de resgate? É evidente que ela estava marcada para morrer”, argumenta Jane.

O mais intrigante para os dois jornalistas é que o guarda-costas Trevor Rees Jones, único sobrevivente do acidente, perdeu o lábio inferior, 2/3 da língua e fraturou em diversos pontos o maxilar. Ou seja, os agentes secretos queriam a todo custo que Rees Jones não abrisse a boca. Sabiamente, o segurança alegou uma amnésia.

Jesus teve filhos


São quase 20 milhões de livros vendidos em todo o mundo. É o número 1 nas listas de best-sellers em vários países, como Estados Unidos, Alemanha, Argentina e Brasil. Hollywood já prepara uma versão cinematográfica da obra, tachada por alguns críticos como o “Harry Potter dos adultos”. Trata-se de O Código Da Vinci, escrito pelo inglês Dan Brown, de 38 anos.
A trama do maior sucesso editorial do ano se desenrola a partir do assassinato, dentro do Museu do Louvre, em Paris, de seu curador, Jacques Saunierè (um dos líderes do Priorato de Sião, sociedade secreta fundada antes da crucificação de Jesus Cristo). Pouco antes de morrer, Saunierè teria elucidado uma mensagem cifrada no quadro A Santa Ceia, de Leonardo da Vinci – um segredo capaz de abalar a Igreja Católica e todo o mundo ocidental.
A bela criptógrafa francesa Sophie Neveu e Robert Langdon, professor de simbologia em Harvard, tentam desvendar o segredo. No caminho, os dois cruzam com outras sociedades secretas, como a Opus Dei e os Cavaleiros Templários. A dupla de investigadores faz descobertas surpreendentes: que Jesus foi casado com Maria Madalena e teve dois filhos; que sua divindade foi votada no Conselho de Nicéia, no início do século 4; que os quatro evangelhos da Bíblia foram escolhidos entre 80 outros evangelhos porque consideravam Jesus divino, e os demais foram suprimidos pelo imperador romano Constantino no ano 325.
Trata-se, claro, de uma bela trama policial criada por Dan Brown. No entanto, ela é baseada em teorias conspiratórias aceitas e estudadas no mundo real por muita gente, maluca ou sã. Entramos agora no terreno do que alguns consideram a “maior conspiração de todos os tempos”. A figura-chave nessa intrincada armação é Maria Madalena. De acordo com a Bíblia e as aulas de catecismo, Maria Madalena foi uma prostituta que, arrependida, resolveu seguir Jesus Cristo e os apóstolos, até ser perdoada de seus pecados pelo filho de Deus. Os conspirólogos afirmam, no entanto, que na verdade, ela foi casada com Jesus Cristo, com quem teria tido dois filhos – Sara e Tiago. Os Manuscritos do Mar Morto, descobertos em 1947 numa caverna de Qumran, na Palestina, confirmariam a tese de que Jesus se casou e teve filhos com Madalena, gerando uma linhagem que teria o direito sagrado de reinar sobre a França e Israel. Esses documentos, porém, nunca foram exibidos em público e estão de posse do Vaticano.
Depois da crucificação de Jesus, Maria Madalena e seus filhos teriam fugido para uma comunidade judaica no sul da França. No polêmico e confuso livro Rex Deux, de Marilyn Hopkins, Graham Simmans e Tim Wallace-Murphy, a teoria vai além, dizendo que Madalena chegou à França só com uma criança, Sara, enquanto Tiago foi para a Escócia com José de Arimatéia, o homem que recolheu num cálice o sangue de Jesus crucificado.
Seria essa a razão de existirem na França tantas igrejas em homenagem à Maria Madalena. Uma delas fica na cidade de Rennes-Le-Château, no sul do país. Em 1891, o padre da cidade, chamado Berenger Saunière (atente para a semelhança entre esse sobrenome e o do personagem de O Código Da Vinci) decidiu reformar a igreja consagrada a Maria Madalena, construída em 1059 e já deteriorada pelo tempo. O padre levantou uma grana na comunidade e iniciou as obras. Ao retirar a pedra do altar principal, percebeu que as colunas que o sustentavam eram ocas. Dentro de uma delas havia quatro pergaminhos escritos em latim. Dois deles continham genealogias e datavam de 1244 e 1644. Os outros dois eram transcrições do Novo Testamento e traziam duas mensagens secretas. A primeira mensagem dizia: “A Dagoberto II, Rei, e a Sião, pertence esse tesouro e ele está aqui morto”. Já a outra mensagem era praticamente indecifrável: “Pastor, nenhuma tentação. Que Poussin, Teniers possuem a chave. Paz 681. Pela cruz e seu cavalo de Deus, eu completo esse demônio do guardião ao meio-dia. Maçãs azuis”. Entendeu?
Saunière levou os pergaminhos para serem analisados pelas autoridades eclesiásticas de Paris. Não se sabe o que aconteceu, mas ele voltou para Rennes-Le-Château com muito dinheiro. Ampliou a estrada que levava à cidade, construiu uma casa chamada Torre Magdala e uma casa de campo. Terminou a reforma da igreja e deixou alguns detalhes capciosos na construção. A pia de água benta é sustentada por uma estátua de Asmodeus (demônio de três cabeças da literatura judaica, responsável por separar casais e promover o adultério). Os vitrais da igreja mostram a Via Sacra e, em uma imagem, há uma criança com saiote escocês observando a crucificação (lembra-se de que José de Arimatéia teria levado Tiago, filho de Jesus com Madalena, para a Escócia? A imagem seria uma confirmação da tese).
Outra cena mostra o corpo de Jesus sendo retirado secretamente da tumba durante a noite. Saunière mandou gravar em latim, no pórtico da igreja, a inscrição “Este lugar é terrível”. Teorias conspiratórias afirmam que o padre encontrou documentos que confirmam a existência da linhagem secreta de Jesus e os usou para chantagear o Vaticano.
Mas recuemos um pouco no tempo. Na França, Sara e outros supostos descendentes de Jesus e Madalena se misturaram à linhagem real francesa, dando origem à dinastia merovíngia. E é a partir daí que a história ganha corpo – e complexidade.
Os reis merovíngios governaram grande parte da França e da Alemanha entre os séculos 6 e 7. O fundador da dinastia se chamava Mérovée, que, segundo a literatura esotérica, era filho de uma princesa com uma criatura marinha – na verdade, essa criatura fantástica seria uma alusão à suposta linhagem secreta de Jesus e Madalena, antepassados dos merovíngios.
Segundo os conspirólogos, a Igreja Católica temia que, se essa linhagem crescesse, o segredo de Jesus e Madalena fosse revelado, levando o mundo a questionar a doutrina católica (e a crença em um Messias divino puro). No entanto, os merovíngios foram aumentando e fundaram Paris (isso é fato). Apavorado, o Vaticano financiou várias missões na França para eliminar todos os membros da dinastia. Essas missões seriam chamadas de Graal – daí, a busca pelo Santo Graal.
Dagoberto II (lembra-se dele?) foi o último rei merovíngio. Morreu apunhalado no olho esquerdo enquanto dormia. O que o Vaticano não sabia era que ele tinha um filho, Segisberto, que escapou do ataque e deu continuidade à linhagem. Atualmente, o sangue merovíngio é identificado com o dos Habsburgos, da Alemanha.
Um dos descendentes de Segisberto, Godofredo de Bulhão, futuro rei cristão de Jerusalém, fundou em 1090 a organização secreta Priorato de Sião, cujo objetivo era recolocar a dinastia merovíngia no trono da França. Uma outra corrente conspiratória diz que o priorato teria sido criado 90 anos mais tarde, em 1099, quando Jerusalém foi conquistada pelos cruzados e Godofredo assumiu o título de Defensor do Santo Sepulcro.
O Priorato de Sião fez parte da Ordem dos Cavaleiros Templários até 1188, quando se separaram. O Priorato de Sião sobreviveu ao extermínio dos Templários na sexta-feira 13 de 1307 e está ativo até hoje. Seus objetivos atuais são defender os documentos sobre o Santo Graal, a tumba de Maria Madalena e os poucos membros da linhagem merovíngia real que sobreviveram até os tempos modernos – ou melhor, a linhagem de Cristo. Figuras históricas como Leonardo da Vinci, Victor Hugo, Sandro Botticelli, Clau-de Debussy e Isaac Newton fizeram parte dessa fraternidade (isso é fato e pode ser comprovado por meio de pergaminhos chamados Os Dossiês Secretos, descobertos em 1975 pela Biblioteca Nacional da França).
A Ordem dos Cavaleiros Templários, do qual o priorato supostamente fez parte, foi criada em 1118 para proteger as rotas de peregrinação e comércio que ligavam Jerusalém à Europa. Foi o primeiro exército uniformizado e regular a surgir no Ocidente depois da queda do Império Romano. Os Cavaleiros Templários eram financiados pela Igreja e logo se tornaram ricos proprietários de terras, o que gerou a cobiça do rei da França, Felipe, o Belo, que acusou-os de heresia e os queimou na tal sexta-feira, 13. A desculpa era de que os cavaleiros cultuavam um demônio de três cabeças (lembra-se de Asmodeus?) – que, segundo os conspirólogos, nada mais era do que a cabeça embalsamada de Jesus Cristo encontrada pelos cavaleiros nas ruínas do Templo de Salomão. Outras teorias dizem que, durante as escavações nas ruínas, os cavaleiros teriam achado a Arca da Aliança e descoberto toda a verdade sobre o Santo Graal. Por isso, tinham que ser exterminados.
Na mitologia cristã, o Graal aparece em dois momentos: primeiro, é usado na celebração da Santa Ceia e, depois, para recolher o sangue de Jesus Cristo na crucificação. Alguns teólogos acreditam que o cálice ficou com José de Arimatéia, que o enterrou na cidade de Glastonbury, na Inglaterra. Conspirólogos dizem que o cálice, na verdade, ficou com Maria Madalena, que o levou para a França. Mas a teoria mais aceita pelos conspirólogos é a de que o Graal não é um objeto, mas sim a tal linhagem de Cristo. Em muitos manuscritos antigos, o cálice é chamado de sangreal, que significaria “sangue real”. Para saber a verdadeira resposta a esse mistério, só mesmo encontrado o Santo Graal.

Amazônia vai ser dos Gringos




Você certamente já recebeu um e-mail como seguinte alerta de dar calafrios: boa parte da Amazônia não pertence mais ao Brasil e hoje é uma área internacionalizada. Boatos de uma conspiração americana para ocupar um dos maiores tesouros ecológicos mundiais são antigos. Mas, com certeza, nenhum deles fez tanto estardalhaço como esses e-mails, que divulgam mapas do Brasil supostamente adotados em instituições de ensino americanas e que mostram a região amazônica e o Pantanal irremediavelmente como “áreas de controle internacional”.

Segundo os conspirólogos, americanos estariam doutrinando estudantes para uma guerra de posse de parte do território verde-amarelo. Todavia, o interesse por essa região do Brasil não é exclusivamente estadunidense. É a biosfera mais rica do mundo e possui também a maior bacia hidrográfica. Há quem diga que exista dedo dos americanos no novo código florestal. Sabe como é, sem pretexto eles não fazem nada, não dão ponto sem nó…. ou pelo menos, tentam manipular o quanto podem. Sendo assim, depende diretamente que nós, brasileiros. Sim, nós temos que destruir para eles terem o pretexto de vir aqui tomar o tal “patrimônio mundial”. E quer modelo de destruição melhor que o novo código florestal?

A Igreja matou o Papa João Paulo I


Morto em 1978 de embolia pulmonar, Albino Luciani, antecessor de João Paulo II, cumpriu um mandato de apenas 33 dias. O pontífice, que contrariava os interesses de poderosos do Vaticano, pode ter sido vítima de um crime que até hoje espera por uma solução.
O dia 28 de setembro de 1978 ainda está bem vívido na memória dos católicos do mundo inteiro. Para eles, a data remete à morte precoce do papa João Paulo I. Mas, para muita gente ainda hoje, naquele dia coroou-se com êxito uma das mais bem armadas conspirações da história da Igreja. Os fatos que cercaram sua eleição, o curto mandato de apenas 33 dias e as circunstâncias da morte de Albino Luciani sugerem, para os defensores dessa teoria, que João Paulo I foi assassinado.
Mas que sorte de interesses aquele homem doce e discreto de 65 anos – conhecido como o “Papa Sorriso” – teria ameaçado contrariar? Antes de abordar a trama, convém relembrar os acontecimentos, amplamente debatidos pela mídia da época, e que renderam algumas obras polêmicas e o bem-documentado livro Um Ladrão na Noite, de John Cornwel, publicado na Inglaterra em 1989.
Filho de uma família proletária e de um pai socialista, Albino Luciani nasceu em 17 de outubro de 1912 onde hoje fica Canale d’Agordo, norte da Itália. Durante toda sua carreira, foi um clérigo inexpressivo e nunca foi cotado para o posto de papa. Sua eleição deixou todos boquiabertos, uma vez que concorreu com nomes fortes, como os cardeais Pignedoli, Baggio, Siri, Felici, Koenig, Bertoli e o brasileiro Aloísio Lorscheider. Também nunca havia integrado o serviço diplomático nem servido no Vaticano. Com essa história, para surpresa geral, foi eleito pontífice no conclave mais concorrido e rápido de que se tem notícia.
Para o escritor inglês David Yallop, autor do livro Em Nome de Deus – uma investigação do assassinato do papa João Paulo I, Albino Luciani teria sido eleito pelos conservadores simplesmente para cumprir ordens. Mas, ao demonstrar carisma, liderança e, principalmente, disposição para reformar os quadros e interferir no comando do Banco do Vaticano, teria despertado o receio de determinado grupo de prelados.
O diretor executivo do Banco do Vaticano, Paul Marcinkus, seria um dos primeiros prejudicados por João Paulo I. Sua exoneração traria à tona extensas negociatas com a Máfia Italiana e a Maçonaria. Marcinkus era notoriamente próximo do presidente do Banco Ambrosiano de Milão, Roberto Calvi, por sua vez amigo do advogado e financista siciliano Michele Sindona. Os três mantinham relações com Lício Gelli, outro financista que controlava a loja maçônica P2, a qual teria se infiltrado no Vaticano.
Um grupo de clérigos também estaria envolvido na trama, por temer a perda de posições de prestígio no Vaticano. Essa versão foi explorada por obras como A Verdadeira Morte de João Paulo I, de Jean-Jacques Tierry, e pelo romance A Batina Vermelha, de Roger Peyrefitte, que ainda acrescentava à trama uma suposta participação da KGB, a polícia secreta da então poderosa União Soviética.
Porém se engana quem pensa que esse papa foi a única vitima do grupo que comanda o Vaticano. A disputa pelo poder registra mais de uma dezena de assassinatos – oficiais – de papas
O supremo pontífice foi peça central de inúmeras conspirações ao longo dos séculos, culminando com o assassinato de pelo menos uma dezena dos que ocuparam o posto. A primeira vítima foi João VIII, envenenado em 882. Mas ele acabou morto a golpes de martelo, pois o preparado demorou a surtir efeito. Anos mais tarde, em 896, o papa Formoso também foi envenenado por uma facção dissidente. Em 903, Cristóvão matou Leão V e assumiu o papado. Em 929, João X foi asfixiado pela filha de sua amante. Em 974, Bento VI foi estrangulado por seu sucessor, Bonifácio VII.
No final do século 13, Celestino V foi envenenado por seu sucessor, Bonifácio VIII, e logo em seguida, no início do século seguinte, Benedito XI teria morrido após ingerir vidro moído misturado a figos.
A partir de então, os assassinatos refluíram. Passaram-se 150 anos até a morte de Paulo II, que pode ter sido vítima de veneno ou simplesmente do pecado capital da gula (morreu após ter devorado dois grandes melões). Em 1503, Alexandre VI foi envenenado com uma dose de arsênico: seu corpo inchou tanto que foi preciso que pulassem sobre seu estômago para fechar o caixão.
Já Leão X, sucessor de Alexandre VI, teria sido vítima de uma tentativa frustrada de assassinato: cinco cardeais teriam contratado um cirurgião que, para “tratar-lhe” as hemorróidas, do papa introduziria veneno no ânus; mas a trama foi descoberta a tempo.

O Portal

Se você leu os “Mais 50 mistérios inexplicáveis” deve saber sobre os incidentes que ocorrem no Golfo de Aden. Em 9 de novembro de 2009, um enorme vórtice se abriu no céu em cima do Golfo de Aden, o qual toda Noruega e parte da Europa puderam observar. O fenômeno que deixou muita gente espantada, durou cerca de 12 minutos. No inicio de 2010, ele voltou a acontecer em menor intensidade. A versão oficial diz que os vórtices gigantescos que se formam no céu do Golfo de Aden são resultados de mísseis que falharam. Logicamente, os teóricos da conspiração não ficaram contente com a explicação. Eis então que vem a publico um relatório que ninguém sabe a veracidade mas que deixou muitas pessoas com o pé atrás. O relatório seria do almirante da Frota do Norte russa Maksimov, do primeiro-ministro Vladimir Putin, dizendo que um misterioso vórtice magnético atualmente focando no Golfo de Aden desafiou todos os esforços combinados da Rússia, os Estados Unidos e a China a fechar e verificar a causa exata de sua origem.
A especulação é que o vórtice do Golfo de Aden possa ser um Stargate, aparelho anular supercondutor que permite viagens pelo “subespaço”, através de um buraco-de-minhoca estável, com destino a outro aparelho idêntico localizado a uma vasta distância do primeiro. Ou talvez em outro universo.
Desde o ano 2000, o golfo de Aden é vigiado dia e noite pelas seguintes frotas navais: Marinha Real Australiana Guerra, Marinha belga Búlgaro, Marinha do Canadá, Marinha de Libertação do Povo (China), Marinha Real da Dinamarca, Marinha Francesa, Marinha Alemã, Marinha grega, Marinha da Índia, Marinha da República Islâmica do Irão, da Marinha italiana, as Forças Marítimas de Autodefesa do Japão, República da Marinha da Coreia (Coreia do Sul), Marinha Real da Malásia, Marinha Real Holandesa, Marinha do Paquistão, Marinha Portuguesa, Arábia Royal Navy, Marinha Russa, Marinha Espanhola, Marinha sueca, Marinha turca, Marinha Real Britânica e a Marinha dos Estados Unidos.
Quando questionados sobre o porquê de tantos grupos navais em único lugar, os governos respondem a mesma coisa: piratas da Somália. A região é infestada por piratas, isso é verdade. Porém não justifica uma ação conjunta desse tamanho para conter meia-duzia de pé-rapados ( pois é, esses piratas possuem embarcações precárias, além de que, seu poder de fogo é tão insignificante perto do que uma Marinha de um país contém, que é certo que apenas a Marinha dos EUA conseguisse detê-los).
Desde de o advento da Mecânica Quântica, essas estruturas começaram a ser cogitadas. Não sabemos se o homem seria capaz de criar tal estrutura, principalmente pelo fato de que seria necessária uma enorme quantidade de energia para abrir um Portal para qualquer lugar que seja. Entretanto, ele estava lá, ficou visível para todos no dia 9 de novembro de 2009. Como eles sabem desse evento desde o ano 2000, isso explicaria a pressa de alguns governos em construir seus abrigos anti-catastrofes depois dessa data.

Área 51


A área restrita no deserto de Nevada é um dos locais de testes militares mais bem protegidos do planeta. Cercas e placas alertam os transeuntes de que, a partir de determinado ponto, é proibido passar. Talvez por isso, ou pelos constantes relatos de atividades estranhas na região, a Área 51 tenha se tornado sinônimo de conspiração. Especialmente na década de 1970 surgiram diversos relatos de que os Estados Unidos tinham conhecimento, e até envolvimento, com vida extraterrestre – e que muitas provas estavam guardadas por aquelas cercas no deserto. Autópsias secretas, discos voadores e testes bizarros seriam realizados lá dentro. O local já foi explorado em filmes de Hollywood, documentários e apareceu até mesmo na série Os Simpsons.

Caso Rosswell




Este é provavelmente o incidente mais famoso e importante da história do fenómeno OVNI em todo o mundo.
Apesar de ter sido descoberto que o caso UMMO, foi uma fraude muito bem orquestrada, o “incidente de Roswell”, poderá também ser considerado como tal ? Talvez sim… ou será que não ?
Vejamos o que se passou efectivamente nessa região dos Estados Unidos, e quais as implicações posteriores naquele país. Para tal passarei a descrever os factos ocorridos desde 1947 até Outubro de 1997, sem que sobre ele formule qualquer comentário.
Na noite de 2 de Julho de 1947 o casal Wilmot que estava no exterior de sua casa em Roswell, estado do Novo México, nos Estados Unidos, viu um objeto luminoso de forma oval, durante 40 a 50 segundos, a atravessar o céu de SE para NW, cerca das 21:50 h. Na manhã seguinte, o engenheiro Barney Barnett, de Socorro, Novo México, encontrava-se a trabalhar com um grupo de estudantes de arqueologia nas planícies de San Agustin, a 400 Km a oeste de Roswell. Nesse mesmo dia, a cerca de 120 quilómetros de distância, e no sentido indicado pelo casal Wilmot, o rancheiro W. MacBrazel descobriu um extraordinário achado no seu campo… estava este distanciado a 240 Km do local onde se encontrava o engenheiro e os arqueólogos que, no meio do deserto, foram curiosamente atraídos por um brilho que sobressaía das areias. Pensando tratar-se de destroços de um avião, Barney Barnett e os jovens estudantes a arqueólogos deslocaram-se ao local, tendo constatado a existência de um objeto com 8 a 10 metros de diâmetro, de configuração lenticular parcialmente destruído, próximo do qual jaziam alguns corpos, bem como no seu interior. Estes tinham fisionomia humanoide, com olhos pequenos e cabeça excessivamente grande desproporcional ao corpo, que teria cerca de 1,50 m de altura, trajando com uma roupa integral de côr cinzenta. Pouco depois, surgiu um jeep da força aérea norte-americana com alguns oficiais, que isolaram ao local e intimidaram as testemunhas para que não relatassem o que tinham visto porque “aquilo era o resultado de uma experiência secreta de interesse nacional”, feita com um balão sonda. Pouco depois chegava um enorme caminhão que carregou a nave e os corpos, tendo partido com destino desconhecido.
Entretanto o rancheiro William MacBrazel que tinha descoberto uma área com cerca de 500 metros quadrados coberto de estranhos detritos, “como se sobre ele tivesse explodido qualquer aparelho estranho”. Contando aos vizinhos a estranha descoberta que fizera e mostrando, inclusive, um dos “detritos” que era semelhante ao alumínio mas extremamente maleável e ao mesmo tempo muito duro, que observado de determinado ângulo podia notar-se a existência de estranhos desenhos “semelhantes a flores”. Por sua vez, os vizinhos explicaram-lhe que na noite anterior teriam sido vistos pelo menos 12 (doze) objetos não identificados sobrevoando a região e que o melhor era dirigir-se ao xerife, George Wilcox e mostrar-lhe o achado ! E assim o fez…

Num curto comunicado à imprensa, o tenente da Base Aérea próxima, Walter Haut, informou que o força aérea dos Estados Unidos tinha “capturado” um disco voador que estava guardado no Hangar-84, da Base White Sands.

Com a melhor das boas intenções o rancheiro MacBrazel, dirigiu-se aos militares acompanhado do xerife Wilcox, a fim de relatar o sucedido, após o que ficou retido na base durante bastante tempo para prestar declarações.

Regressando ao seu rancho verificou que um grande número de militares, pesquisava toda a área do achado, recolhendo estranhos detritos no local por ele anteriormente indicado, não deixando ninguém aproximar-se. Havia instalado um quadrante de isolamento no local de raio maior que 5 km.

Três horas após terem entrado na base, uma parte dos destroços retirados do local onde se encontravam e o objeto encontrado no deserto, bem como os cadáveres dos presumíveis tripulantes, que tinham sido inicialmente transportados para a RAAF, foram transferidos para a base de Wright-Paterson, onde foram guardados para investigação, no Hangar-18. Mais tarde, foram novamente transferidos secretamente pelos militares para a base aérea de Muroc, na Califórnia, onde foram exibidos ao então presidente dos Estados Unidos general Eisenhower, em 20 de Fevereiro de 1954.
A partir dessa data, nada mais se soube, conjecturando-se apenas se terão sido transportados para a Zona 51, na base de Nellis, no estado do Nevada.
A justificação final que foi fornecida pela Força Aérea dos Estados Unidos sobre Roswell foi a de que entre os meses de Maio e Julho de 1947, foram lançados onze balões sonda (veremos mais à frente como esta versão foi posteriormente alterada), no âmbito do Projeto Mogul. Para aquelas entidades, os referidos balões possuíam uma “cauda”, na qual estavam colocadas várias tiras em papel de alumínio, para poderem ser seguidos pelo radar. Dos onze balões só dois não tinham sido recuperados: os dos dias 29 de Maio e 4 de Junho.

Entretanto, foi exigido que fosse feito um “black out” por todas as estações de rádio das proximidades, nomeadamente a KOAT, de Albuquerque, que efetuava a cobertura do acontecimento, com a seguinte indicação enviada por telex: “ATENÇÃO ALBUQUERQUE: NÃO TRANSMITAM ESTAS MENSAGENS. SUSPENDAM AS NOTÍCIAS IMEDIATAMENTE”.

J. MacBoyle, jornalista da estação de rádio KSWS, de Roswell, obteve, entretanto, outra informação relacionada com a do rancheiro MacBrazel: os militares além de terem recolhido os destroços que aquele tinha descoberto, também recolhera uma nave que se encontrava semi- enterrada no solo de San Agustin, assim como os cadáveres dos seus tripulantes.
Pressionados pela opinião pública, o major Jesse Marcel exibiu os destroços do que ele designou serem “fragmentos de um balão”, podendo os jornalistas fotografá-los de perto, ao contrário do que sucedera na véspera, em que os anteriormente mostrados eram de outro tipo, e fotografados a uma distância considerável.
A 8 de Julho, o jornal local “ROSWELL DAILY RECORD” noticiava com grande destaque : “A RAAF (Roswell Army Air Force, sigla que designava o perímetro militar da força aérea próximo daquela localidade, onde estava sediado o grupo de bombardeiros estratégicos nº 509) capturou um disco voador num rancho na região de Roswell”.

Por outro lado, todas as pessoas que de alguma forma estiveram ligadas às observações destes destroços, foram, segundo as próprias, intimidadas, por ameaças mais ou menos veladas, feitas pelos serviços de inteligência militares, a ficarem caladas sobre o assunto.

Com o correr do tempo o “incidente de Roswell” acabou caindo no esquecimento até aos acontecimentos que tiveram lugar em 20 de Setembro 1977 , próximo da cidade de Petrozavodsk, ex-URSS. Um fato idêntico foi testemunhado, mas, desta vez por centenas de pessoas. Desta vez, verificando que a história do “balão-sonda” de Roswell não teria força suficiente para justificar a evidência dos factos, as entidades soviéticas afirmaram que aquela nave, não era nada mais nada menos que o seu satélite Kosmos 955, que reentrou na atmosfera e haveria caído naquela área. O isolamento da zona justificava-se pelo “material secreto” que transportava.

A partir desse momento os grupos de investigação do fenómeno OVNI e o público norte-americano remexeram no passado de Roswell, começando a fazer uma forte pressão para que fossem divulgados os relatórios secretos do incidente. Com a situação a ficando insustentável, o senador do estado do Novo México, Steven Schiff, propôs à Comissão do Especial do Congresso, que fosse elaborado um relatório do sucedido, o mais completo possível, com base em documentos que estavam na posse da CIA, do FBI, do Conselho Nacional de Segurança e de outras agências que direta ou indiretamente intervieram no caso. Após um levantamento prévio a Comissão verificou que todos os documentos de natureza administrativa (logística, por exemplo) existentes na Base Aérea de Roswell, correspondente aos anos compreendidos entre 1945 a 1949, tinham sido destruídos, o mesmo sucedendo aos relatórios daquele perímetro militar referentes aos anos de 1946 a 1949, sem que se soubesse quem ordenara a sua destruição. Face à falta de elementos, foi elaborado um documento de 30 páginas onde se concluía que o aparelho de Roswell não passava de um balão secreto.

No princípio do ano de 1995 foi adquirido por um anônimo por 100.000 dólares, um filme que foi posteriormente divulgado em todo o mundo, no qual se constatava a existência de uma pseudo-autópsia de um dos seres extraterrestres capturados no OVNI de Roswell.

Face ao filme exibido e à polémica que ele gerou, a Comissão do Congresso norte-americano elaborou um novo relatório sobre o assunto, desta vez com cerca de 230 páginas. Nele se afirma que os “alienigenas” descritos pelas testemunhas no deserto de San Agustin, junto aos destroços de um possível OVNI, não passavam de “bonecos antropomórficos utilizados em ensaios da força aérea”. Segundo o relatório, os bonecos eram elevados em balões até 10.000 metros de altitude e depois largados contra o solo por forma a determinar-se qual o resultado do impato possível resultante de futuras reentradas na atmosfera de naves tripuladas por astronautas (e não balões sonda, com anteriormente fora afirmado). Estes bonecos, os “dummies”, assim designados na gíria militar eram fabricados com uma estrutura de alumínio e aço, revestidos de látex e plástico tendo sido testados pelos militares no estado do Novo México (saliente-se que estes bonecos só foram fabricados entre 1954 e 1959 tendo o incidente de Roswell ocorrido em 1947).

Frente a todas as contradições, o coronel da Força Aérea dos Estados Unidos, John Haynes, realizou diretamente do edifício do Pentágono, uma conferência de imprensa em 24 de Junho de 1997 a fim de fornecer o relatório final dos acontecimentos de Roswell. Perante as inúmeras questões levantadas pelos jornalistas, limitou-se a descrever o conteúdo do relatório. A uma pergunta efetuada por um jornalista da CNN, que questionando o coronel indagando se este não estaria a ser “usado” naquela conferência de imprensa porque era considerado como sendo um “incrédulo” dos OVNIs, este respondeu: “Caso encerrado ! Vocês têm os elementos, as datas e os relatórios…”

Por sua vez, em 4 de Julho de 1997, teve lugar uma conferência de impresnsa em Roswell, na qual estiveram presentes Derrel Sims, antigo funcionário da CIA hipno-anestesista e bioquímico, o Dr.Vernon Clark, investigador da Universidade de San Diego, e o Dr.Roger Leir. Derrel Sims informou que esteve na posse de alguns dos fragmentos que, presumivelmente, teriam constituído uma parte dos objetos que foram encontrados. Apesar de cético, Sims pediu que se efetuassem várias análises e testes naquelas substâncias que tinham um aspecto metálico. Os fragmentos que tinha na sua posse foram cedidos pelo Dr. Jesse Marcel, Jr., filho do então major Jesse Marcel, oficial que em 1947 que notificou os jornalistas que o presumível OVNI de Roswell não passava de um balão meteorológico. O oficial terá subtraído então alguns fragmentos para mostrar à sua família, tendo desse modo, esta tomado posse dos mesmos.

Testes efetuados pelo Dr. Vernon-Clark incluíam a análise à indutividade da massa espectroscópica-plasmática, isto é: tratava-se de um método normalmente utilizado para determinar a composição e as proporções dos isótopos de modo que pode-se determinar um grande número de elementos. Os resíduos de Roswell foram assim dissolvidos numa mistura de ácidos fluorídrico e nítrico; posteriormente, o líquido obtido foi vaporizado e injetado para dentro de um recipiente contendo a.p. que procedeu à separação atómica dos ions; estes, por sua vez foram acelerados para dentro de um espectrômetro de modo o poderem ser separados e detectados, contando-se o número atómico do núcleo que corresponde a determinado tipo de isótopo. Os resultados determinaram que o material apresentou uma variação mais significativa do que sería “normal” detectar na composição dos isótopos existentes na Terra.

Depois daquele teste o Dr. Vernon-Clark efetuou ainda um outro sobre a indutividade das emissões ópticas espectroscópicas-plasmáticas, isto é: através deste método que é também possível determinar a composição de um leque muito variado de elementos. Introduzindo-se uma amostra vaporizada num tubo com argônio, este separa os ions atómicos. Os átomos são excitados pela energia do plasma, e emitindo energia eletromagnética com comprimentos de onda diferentes para cada elemento. Este método difere do anterior porque nele não é possível estabelecer a diferença entre os isótopos. Deste teste determinou que aquela matéria não podia existir na natureza, tendo sido fabricado.

Por tudo o que foi exposto, desenha-se a perspectiva de que o “incidente Roswell”, apesar de ter sido “encerrado” pelo Pentágono, se mantém aberto para os investigadores.

Idiocracia programada


você já deve ter percebido que quanto mais passam os anos mais idiotas as pessoas ficam? Deve ter notado também que as novas gerações tende a cultuar e venerar ainda mais entidades que geram uma contribuição zero ou nula para sociedade, como atores, atrizes, atletas, músico (classificadas “celebridades”) enquanto profissionais que trabalham pelo povo como médicos, juízes, engenheiros, bombeiros, policiais tende a ter a cada dia menos reconhecimento. E ainda, deve ter observado que as emissoras de Tv e mega portais da internet, criam e recriam sua grade entretenimento visando sempre, dar destaques aos quadros mais inúteis e que trazem menos cultura para população do que o inverso. Se você acha que isso ocorre de forma acidental ou porquê o povo gosta de ver esse “lixo”, enganou-se. A idiocracia é programada. Trata-se de um sistema criado em cima da famosa estratégia do “pão e circo”. Mantenha o povo distraído e bem alimentado e ele sempre estará na coleira, como um cão que obedece cegamente seu dono. A idiocracia programada é na realidade uma União do Estado e do Quarto Poder (a mídia). É por isso, por exemplo, que enquanto a Wall Street sofre protestos todo dia por parte do grupo Occupy Wall Street, aqui no Brasil você vê reportagens do tipo “O jogador Adriano se mete em mais uma enrascada”. Ou melhor, é por isso que você não assiste a explicações concretas sobre o porquê que o sistema capitalista está a beira de um colapso, ou porquê você não escutou na imprensa que o ditador Libio M.Kadafi tornou a Líbia um dos povos que recebiam mais benefícios do governo e que, a sua declínio começou porque ele queria destituir o dólar dos países árabes e adotar uma moeda própria. Aqui no Brasil, essa estratégia é muito bem elaborada e executada pela nossa querida Rede Globo que, sempre que pode, manipula a população brasileira a agir ao seu favor. Em verdade, atrás de uma falsa demagogia da “liberdade de expressão” a imprensa brasileira abusa e extrapola os limites éticos.
O ultimo episodio dessa estratégia montada para idiotizar o povo foi a descoberta que o ancora do jornal da Globo é na verdade um espião dos EUA. O seu objetivo no Brasil, segundo o Wikileaks, seria filtrar as informações contra o capitalismo e beneficiá-lo.

Redução de 60% da população mundial


Todos os governos do mundo estão se preparando para um evento que ninguém faz a mínima ideia do que seja. São bunkers de milhões de dólares construídos da Noruega, Instalações do FEMA se espalhando por todo EUA, imensas bases militares com abrigos subterrâneos sendo edificados na China, entre outros governos que parecem estar assustados com alguma coisa que está por vir em breve. A suspeita recai sobre o cálculo da Dinâmica dos Sistemas. Em 1990 os cientistas já haviam chegado a conclusão que o planeta não suportaria mais do 8,5 bilhões de habitantes sem entrar em colapso. O cálculo é feito considerando elementos essenciais para sobrevivência do ser humano, como área disponível para o plantio e emissão de poluentes por habitante/ano. O planeta aguentaria cerca de 10,2 bilhões de habitantes se, apenas se, todos os humanos fossem vegetarianos. Mesmo assim, estaria em uma zona critica, de possível guerra entre os povos para adquirir recursos. A projeção é que a Terra atinja esse nível em 2050. A única maneira de o planeta suportar o estilo de vida atual (ou seja, os ricos consumindo e os pobres… você sabe…) é a Terra ter menos de 8,5 bilhões de habitantes. E esse patamar vai ser atingido segundo a projeção antes de 2020. Logo, um controle populacional se torna necessário. E como isso seria feito? Essa é a dúvida. Nesse ultimo ano atingimos os 7 bilhões de habitantes. Para a medida de controle venha atingir a população antes do colapso é importante que ela seja aplicada antes da população chegue a 8 bilhões, para caso ela falhe, exista a possibilidade da aplicação do plano B. Ou seja, vai ser aplicada logo. Recentemente, um grupo de pesquisadores conseguiram um vírus da gripe muito mais potente que o H1N1. Segundo eles, esse vírus seria capaz de infectar 6 a cada 10 habitantes da Terra. Agora pense: 6 a cada 10… eles querem reduzir a população para 40%….é interessante como os fatos se encaixam. Os EUA quer proibir que a Science e a Nature publiquem os resultados dos trabalho dos pesquisadores. Contudo, alguns dos teóricos da conspiração mais famosos já perceberam a jogada. É tudo muito simples: eu vou contra a publicação do trabalho, depois, libero o vírus e esse se espalha pelo planeta. Quando apontarem para eu, como culpado dos acontecimentos, eu digo: “Lembra que eu fui contra a publicação do trabalho? Como poderia ser eu?”

Doenças Criadas para enriquecer Laboratórios Farmacêuticos

Você deve ter percebido que muitas doenças estão aparecendo ultimamente e que, quando os pesquisadores vão estudar, chegam a conclusão que naturalmente elas não poderiam ter alcançado aquele estado, como aconteceu com a H1N1 (gripe suína). Elas precisariam de um “empurrãozinho” para que a mutação atingisse aquele grau, melhor dizendo, esse “castigo da natureza” é na realidade, obra do homem. Adrian Gibbs, um dos responsáveis por produzir o Tamiflu, o antiviral que originou a vacina, entregou um relatório a OMS afirmar e comprovando que seria impossível o vírus se desenvolver da maneira que se desenvolveu sem que tenha sido manipulado. No entanto, a OMS está com os dois pezinhos na lama e não deu muita atenção ao pedido de investigação de Adrian. O motivo é porque a OMS lançou um alerta máximo com o surgimento da H1N1, com uma estimativa de 15 milhões de vítimas. Os números reais mostraram que a Influenza A H1N1 gerou em 213 países um total de 17 mil vítimas. Essa discrepância entre os números reais e o estimado levantou suspeita. Ao dar o alerta máximo, a OMS diz indiretamente aos governos que é necessário comprar um número exorbitante de vacinas. E foi isso que aconteceu. E tem governo por aí que deve até as calças agora para os laboratórios farmacêuticos e tem armazéns e mais armazéns de estoque da vacina contra o vírus. Possivelmente, essa não foi a primeira vez que isso aconteceu. Pesquisadores respeitados dizem que isso é uma tática que vem sendo adota por essas empresas a um bom tempo. Teóricos da Conspiração falam que o próprio vírus HIV foi criado em laboratório para o mesmo fim: lucrar.

Big Brother em ação




Calma, não estamos falando do BBB, aquele com o Pedro Bial e suas filosofias… mas o conceito é o mesmo: sem sombra de duvida, em breve, você será vigiado, 24 horas por dia.

Nos EUA, os sistemas de vigilância das ruas já são completos nas grandes cidades. Aqui no Brasil, apenas algumas cidades possuem esse sistema. Mas tem gente que diz que essa vigilância toda vai mais além. Alguns teóricos afirmam que a transição forçada da televisão digital é a realização prática do “Big Brother”. Eles afirmam que as câmeras em miniatura e microfones são construídos em Set-top boxes e seriam implantados nessas TV’s para espionar as pessoas. Outra alegação descreve o uso da tecnologia de controle da mente que seria escondido no sinal digital e usada para subverter a mente e os sentimentos do povo e para a publicidade subliminar. O Wikileaks também já andou revelando alguns documentos de diplomatadas e autoridades governamentais que admitem que utilizam um sistema de vigilância ilegal – e totalmente assombroso. Esse sistema permite que o governo acesse as webcams e câmeras dos smartphones a hora que ele bem entender.
Olhando por esse foco, você vai perceber que hoje em dia, tudo que é equipamento domestico e de uso pessoal como celular, gps, entre outros, possui uma câmera. Até essas geladeiras mais modernas estão vindo de fábrica com câmeras, o que faz qualquer um questionar: qual o proposito de uma câmera na geladeira?

Sociedade Vril



Você já deve ter estudado na escola que a primeira civilização foi as dos Sumérios… ou que o homem veio da África…. ou que as primeiras sociedades eram rudimentares e tinham um sistema muito próximo daquele que é visto nas tribos de índios e blá blá blá. Entretanto, há quem diga que, nada disso foi da maneira que relatam. Existem indícios pré-históricos que são assustadores. Diversos objetos os quais a Ciência não consegue explicar já foram encontrados por pesquisadores e datam de milhares de anos antes da civilização suméria se estabelecer. Nas literaturas greco-romana, chinesa, timbetana, indiana do inicio dessas civilizações falam sobre povos muito evoluídos que vivam entre os humanos e eram capazes de realizar feitos inimagináveis. Entre elas está a lendária cidade de Shambhala e a ilha mítica de Thule. Os seres de Shambhala e de Thule dominariam uma forma de energia chamada Vril. A energia Vrill era eminentemente telúrica, oferecendo capacidades aos seus seguidores; a capacidade de curar ou ferir pessoas, levantar objetos e por fim a elevação dos próprios para outra dimensão de nível superior. Em busca dessa capacidade, um grupo intitulado Thule foi fundado em 1918, em Munique, que posteriormente, teria um membro ilustre, nada mais, nada menos que o Fuhrer Alemão, responsável pelo Terceiro Reich . Hitler era fascinado pelo oculto e investiu parte dos seus recursos em investigar lendas e artefatos místicos. Entre eles estava o domínio da energia Vril. Dizem que Hitler conseguiu encontrar a entrada para Shambhala, no Tibet e que aprendeu como dominar a energia. Devido a isso, teria escapado praticamente ileso de 42 tentativas de assassinato, inclusive do atentado de 20 de julho de 1944, onde uma bomba explodiu à menos de 2 metros da sua posição. Hitler saiu ileso do atentado. Apesar disso, segundo a História oficial, Hitler se suicidou em 1945, embora nenhuma prova concreta foi apresentada, algo semelhante a morte de Bin Laden, onde a única prova que temos é a palavra do Presidente. Dizem que Hitler morreu de velhice, na Argentina ( a América do Sul foi refugio de diversos nazistas depois da guerra).

A teoria da conspiração diz que, embora a Alemanha nazista tenha caído, seus conhecimentos sobre o oculto permaneceram. Muitas autoridades nazistas negociaram esses segredos em troca da liberdade com os EUA. Por exemplo, é documentado que cientistas nazistas foram integrados a sociedade estadunidense após um acordo com o governo.
Hoje, o governo dos EUA estaria em posse de todo o conhecimento acumulado pelos nazistas durante a guerra, entre eles, o controle da energia Vril.

O câncer e o vírus HIV


Sempre que você pensa em futuras grandes descobertas comumente imagina a cura dessas doenças, ou não? E se eu disser que elas já existem há mais de 10 anos? A teoria diz que em 1998, durante um 12ª Conferência Internacional da Aids, em Genebra, centena de pesquisadores representando grandes conglomerados farmacêuticos apresentaram artigos que mostravam a vacina e a cura da AIDS. Porém, tempo depois, nada foi catalogado, as revistas de maior caráter cientifico, como a Science e Nature não colocaram uma nota sequer e os responsáveis pela Conferencia e os laboratórios negam qualquer pronunciamento sobre. O que houve? Começou a vazar na imprensa cientistas que relatavam que a cura da AIDS teria sido descoberta e que os grandes laboratórios detinham as patentes e não divulgariam. Até então ninguém entendeu bem o porquê da proibição, tamanho seria o prestigio alcançado pelo laboratório que conseguisse tal feito. Não demorou muito para tudo ficar claro: os coquetéis contra a AIDS viraram os segmentos mais lucrativos desses laboratórios. As mega corporações farmacêuticas estariam restringindo a cura aos portadores do vírus para lucrarem com os coquetéis. Porém, esse não seria o primeiro caso onde a cura foi escondida da população. No inicio da década de 90, segundo teóricos da conspiração, a Ciência descobriu um método revolucionário para curar o câncer. O método que, resumidamente, tratava de inserir um composto no organismo do paciente fazia ligações químicas apenas com células cancerígenas. Esse composto altamente seletivo, ao contrário do tratamento tradicional adotado hoje, não traria nenhum efeito colateral aos pacientes. Ao ligar-se com as células cancerígenas, essa molécula era irradiada por uma frequência de som e seu estado vibracional era aumentado, gerando calor e aniquilando a célula cancerígena. Enfim, tudo muito fantástico, a não ser, obviamente, que a método para gerar o composto molecular nunca chegou à publico. E a pergunta é: se descobriram, por que não divulgaram? E a resposta é novamente: dinheiro. É muito mais lucrativo para os laboratórios manter os pacientes a base de medicamentos para conter um câncer ou manter o mesmo em um tratamento demorado do que liberar a cura e ele se curar rapidamente.