terça-feira, 27 de setembro de 2016

O Demônio de Jersey




Ninguém esperaria encontrar um demônio ou monstro a apenas 2 horas ao sul de Nova York, porém ele é uma lenda real por lá a muito tempo.
 
Com a reputação de devorar animais das fazendas e até crianças, o demônio de Jersey faz com que as pessoas não andem a noite pela floresta em que ele habita e vem aterrorizando os moradores de Nova Jersey e Pensilvânia a mais de 2 séculos. Hoje imagens do monstro são encontradas em toda a parte, a maioria é falsa, claro.

Esse demônio é uma criatura que habita a floresta de Pine Barrens, ao sul de Nova Jersey, nos Estados Unidos. Ela é descrita como um bípede voador com patas, mas existem muitas variações. O demônio de Jersey se transformou em uma cultura pop na área, tanto que em homenagem, deram esse nome a um time de hóquei da NHL (New Jersey Devils).

Como havia dito antes, existem muitas variações sobre essa lenda, as primeiras lendas que falam sobre sua origem são do folclore dos índios nativos. A mais conhecida é de que, em 1735, uma senhora de sobrenome Leeds, que tinha 12 filhos, descobriu que estava grávida do 13º filho e disse: “Que este seja amaldiçoado!”. Então o bebê teria nascido com cabeça de cavalo, asas de morcego e patas de canguru, teria matado seus pais e depois fugido para a floresta de Pine Barrens.
 
Muitos moradores da região colocam a culpa na criatura de alguns raptos e desaparições humanas. Alguns até dizem ter encontrado essa criatura, afirmando que ela tem uma cabeça de cavalo e duas patas, com altura aproximadamente 1,80 metros, coberta de pelos e com asas. Apesar das descrições variarem, existem alguns aspectos em comum, como seu longo pescoço, asas e patas. Vários avistamentos mostram que a criatura tem olhos vermelhos e brilhantes que podem paralisar um ser humano, e que solta um grito parecido com uma mulher, que é muito alto.

As pessoas que acreditam em sua existência afirmam que é um mamífero e que, segundo as descrições, é muito parecido com algumas criaturas mitológicas, como o minotauro.

Mas a dúvida é, será que os desaparecimentos e as mortes dos animais da região, são realmente culpa dessa estranha criatura?



quarta-feira, 15 de junho de 2016

Tuspero Vermelho

Não sou um alcoólatra.


Eu sei que é isso que todos alcoólatras dizem. Mas eu juro, não sou. Creio que eu tenha apenas um probleminha com álcool. Houve um incidente com uma garota que meio que me fez ficar sóbrio, literalmente e metaforicamente. Não tinha sido a primeira vez que um encontro com uma mulher não tinha dado certo para mim, mas esse fez com que eu questionasse o quanto estava bebendo. Então decidi que ficaria sete dias sem álcool. Tenho um fraco por vinho, mas decidi que não colocaria nada alcoólico na boca. Sem cerveja, sem licores, sem nada. Meu plano era ter uma semana bem monótona, mas estava determinado a me desafiar.

No dia seguinte ao encontro desastre (e o dia que decidi parar de beber), meu melhor amigo Nate começou a me pressionar para experimentar um vinho novo. "Tenho uma garrafa incrível aqui," ele me mandou por mensagem. "Se chama Tuspero Vermelho. Dá uma procurada. É o melhor vinho no mercado. Dá um pulinho aqui em casa e vamos dividir uma garrafa."

Tentei explicar que eu estava dando um tempo com a bebida. Mas ele começou a forçar a barra. "Você tem que experimentar, você vai gostar. Tuspero Vermelho. Só uma taça."

Eu o ignorei. Ele nunca havia me pressionado antes por causa de alguma bebida alcoólica, então supus que era um vinho realmente bom. Mas podia esperar uma semana.


O estranho é que parecia que todo mundo estava comentando sobre esse vinho. Fui no mercadinho comprar algumas coisas e o garoto do caixa me olhou com um olhar estranho. " Você não esqueceu da sua garrafa de Tuspero Vermelho?" perguntou. "É o melhor vinho no mercado. Você tem que provar, vai curtir."


Falei que eu tinha parado de beber e ela me deu um sorriso doce, porém estranho. Era um sorriso muito falso. "Só uma taça. Prove."

Paguei minhas coisas e sai de lá.

Minha amiga Autumn me convidou para jantar. Aceitei porque achei que jantar em um restaurante faria eu esfriar um pouco a cabeça. Falei para ela que não queria ir especificamente em um bar. Ela aceitou, e fomos jantar em um restaurante chinês.

Sentamos em uma mesa como o de costume. Pedi frango xadrez. Ela pediu um prato com porco e uma taça do vinho Tuspero Vermelho. Eu revirei os olhos. "Porque todo mundo está tão obcecado com esse vinho?"

Autumn ergueu o canto dos seus lábios usando as pontas dos dedos. Era estranho pra caralho. "Tuspero Vermelho é o melhor vinho no mercado. Vamos dividir uma taça."


"Não!" eu tirei as mãos dela do seus lábios. "Acabei de te falar que não estou bebendo mais."

"Vamos, querido." ela respondeu, a língua caída no canto da boca. "Você tem que provar. Você vai gostar."


"O que esse vinho tem de tão especial, afinal?" Minha vontade era de me levantar e ir embora. Mas a garçonete tinha voltado a nossa mesa carregando duas taças de vinho. "Eu não pedi isso," falei com raiva.

"Mas é o melhor vinho no mercado," ela respondeu. Um de seus olhos estava fechado com força. O outro olho estava aberto e se mexendo para lá e para cá. "Você tem que provar. Vai gostar."

Autumn ergueu sua taça. Ao invés de bebê-lo, ela jogou-o contra o rosto. O líquido vermelho borbulhou quando tocou sua pele. Manchou seu vestido. Com nojo, empurrei minha cadeira para longe da mesa. Percebi que todos os outros clientes estavam olhando para nós. A maioria também jogava vinho em si mesmo, alguns no rosto, outros no colo.

"Autumn..." eu mal conseguia falar. Ela estava de pé, sua saia erguida e as calcinhas em volta de seus tornozelos. Ela estava tentando inserir a taça de vinho nela mesma. Eu gritei. Ela parecia sentir dor, mas não parava. Eu ouvi a taça quebrar e finalmente ela sorriu.

Aterrorizado, saí correndo do restaurante. Os outros clientes tinham começado a me chamar. "Você tem que provar!", "Apenas uma taça!", "Você vai gostar!". Bati a porta com força e sai pela rua. Isso não podia ser real. Todos os pedestres se viraram para me olhar. Tinham expressões estranhas em seus rostos. Alguns seguravam a pele da face com as mãos em posições estranhas. Outros estavam com a boca escancarada. Entrei no meu carro o mais rápido que pude e dirigi em direção da minha casa.

Não liguei o rádio, com medo de ouvir sobre o Tuspero Vermelho.

Estacionei na frente de casa. A rua estava vazia, graças a Deus. Andei em direção a entrada e uma mulher estava lá de pé. Completamente nua. Os cabelos em um emaranhado de fios vermelhos. Dei um passo para trás, mas ela começou a falar.


"Você já provou, pelo menos?" Ela levantou as mãos e mexeu no cabelo. Era Márcia - a garota do último encontro. A do incidente. Ela não estava sorrindo. Haviam roxos e hematomas em suas coxas e braços. "Você vai gostar, prometo.", sussurrou.

"Márcia, eu sinto muito..." lágrimas escorreram de meus olhos.

"Experimente," ela chiou. Ela enfiou a mão dentro da boca e parecia escorregá-lo pela garganta. Enfiando o punho lá dentro, puxou algo. De dentro de dela saiu uma garrafa de vinho. Pingava com algo que estivera no seu estomago. "Você vai gostar."

Eu quase vomitei. Márcia jogou a garrafa de vinho no chão de cimento. Se espatifou. A substancia vermelha manchou o chão com grandes coágulos vermelhos. Olhei para Márcia e agora ela estava totalmente vestida. Sorria para mim. "Lamba a sujeira," falou contentemente. "Lamba como uma cadela." Ela riu.

Corri dela em direção ao fundos da casa. Consegui chegar a porta, as chaves em minhas mãos tremulas. Eu tremia de medo. Finalmente consegui a porta e cai no chão da cozinha; Tranquei a porta imediatamente.

É aqui onde estou agora, trancado na minha casa. Posso ouvir Márcia lá fora. Outros estão com ela porque reconheço a voz de Nate e Autumn junto da dela. Acho que consigo ouvir até a voz dos meus pais. Todos estão falando para eu experimentar o vinho. Que eu vou gostar. As vezes eu ouço taças se espatifando. As vezes eu ouço gritos. Não sei o que está acontecendo lá fora. Estou com medo de mais para olhar.

Meu irmão mais velho está falando comigo pelo buraco da fechadura. Ele está pedindo para eu experimentar o vinho. Ele gostou. Eu também vou gostar.





terça-feira, 14 de junho de 2016

Lendas Urbanas Brasileiras




Com certeza deve ter ouvido quando era criança alguma lenda urbana que seus pais contaram enquanto você pegava no sono,ou até mesmo para te assustar.Eu preparei algumas que meus pais me contavam antes de dormir. Lá vão algumas delas:



O Homem do Saco




Derivado dos mendigos que permeiam por todas as cidades, essa lenda normalmente é usada pelos pais para assustar seus filhos ''malcriados'' que saem para brincar sozinhos na rua.De acordo com ela, um velho malvestido, e com um enorme saco de pano nas costas, anda pela cidade levando as crianças que fazem ''arte''.Em algumas versões, o velho é retratado realmente como mendigo,outras ainda o representam como um cigano ou até mesmo como um jovem adulto.Há ainda versões mais detalhadas em que o velho leva a criança para a sua casa e lá faz picadinho delas,normalmente na frente das outras crianças pegas por ele,uma por uma.







A Mulher da Estrada



O surgimento dessa lenda ocorreu entre a década de 50/60 devido ao grande crescimento de rodovias que se deu entre esses anos.Na maioria das vezes, a lenda fala de uma mulher loira,outras já se falam que é uma índia ou prostituta,que fica na beira da estrada pedindo carona para os motoristas que passam,quando um resolve parar(muitas vezes caminhoneiros) ela conduz a pessoa até um cemitério próximo,chegando lá a bela mulher desaparece deixando o motorista sem entender nada, logo depois ele a reconhece na foto de uma lápides.Em outras versões ela simplesmente desaparece dentro do próprio veículo, depois o motorista descobre pelos moradores das redondezas que a moça havia sido atropelada há muitos anos naquela mesma estrada.Algumas vezes, antes de desaparecer, o espírito da mulher pede ao motorista que ele construa uma capela no lugar onde ele a encontrou para que assim ela possa finalmente descansar em paz.Há ainda versões em que ela deita com o motorista e que quando ele acorda no dia seguinte,descobre que ela simplesmente desapareceu sem deixar vestígios de sua existência Uma versão mais sangrenta diz que a loira, antes de desaparecer, seduz o motorista e que quando tenta beijá-la, acaba perdendo a língua.


Outras versões dessa lenda se passam em cidades grandes e são protagonizadas por motoristas de táxi,tal como eu cresci ouvindo.Nela o taxista recebe uma passageira muito bela e jovem,ela pede uma corrida até um cemitério qualquer da região, chegando lá ela dá ao motorista o endereço de sua casa e diz que lá ele irá receber seu pagamento,pois no momento não teria,no dia seguinte,quando o motorista vai receber o dinheiro, o pai da ''jovem'' lhe diz que é impossível sua filha ter feito essa corrida, afinal,ela havia morrido há muitos anos.O taxista,sem entender nada, fica ainda mais confuso ao reconhecer numa foto a menina que ele conduziu no dia anterior.





A Loira do Banheiro







Reza a lenda que uma jovem e bela menina matava aulas no banheiro da escola e seu castigo foi mais do que pegar recuperação. As versões sobre a sua morte divergem: alguns dizem que a pobre garota escorregou e bateu a cabeça, outros afirmam que ela teria se suicidado ou, até mesmo, sido assassinada. Inconformada com a morte prematura, ela passou a assombrar os banheiros da escola, e não faltam relatos de estudantes que juram ter visto uma versão brasileira da Murta que Geme perambulando entre as privadas.








O Bebê Diabo









O jornal NP(Notícias Populares que circulou por 20 anos no Brasil e criou diversas lendas urbanas que hoje conhecemos,dentre elas a do Bebê Diabo.Segundo o Jornal,ele era um bebê que nasceu com chifre,cascos e rabo e ,de acordo com a mãe da criança, o próprio capeta era o pai.
Essa lenda foi popularizada pelo jornalista Marco Antonio Montador que resolveu escrever uma crônica de terror inspirada no nascimento de uma criança com um prolongamento no cóccix e duas saliências na testas em um hospital do ABC paulista.




Bonecos Malditos






Ninguém conseguia resistir ao charme das bochechas avantajadas do (aparentemente) inocente alienígena vindo do planeta Fofolândia. Fofão, personagem vivido na telinha por Orival Pessini, fez tanto sucesso ao lado da turma do Balão Mágico, no início da década de 80, que ganhou seu próprio programa na Rede Bandeirantes em 1986. Não muito tempo depois, ganhou também um boneco feito à sua imagem e semelhança, que virou febre entre a criançada – pelo menos, até inspirar uma lenda urbana pra lá de macabra. Dizia-se por aí que o recheio do brinquedo não era tão fofinho assim: quem abrisse sua barriga encontraria dentro do boneco uma faca negra. Pacto com o diabo era a explicação mais popular – e até a semelhança entre Fofão e Chucky, o brinquedo assassino, foi apontada. Quem já estripou o boneco garante que a “coluna vertebral” do Fofão era mesmo feita com um objeto pontudo.


Alguns dizem que a boneca da Xuxa também era amaldiçoada e que à noite ela ganhava vida e matava a sua dona(há também quem diga que ao invés de matar as crianças, a boneca fazia com que elas matassem seus pais).





A Gangue do palhaço



Tudo começou quando o Notícias Populares, jornal que circulou em São Paulo entre os anos de 1963 e 2001, retomou na série “Crimes que abalaram o mundo”, publicada na década de 1990, a história de um palhaço que assassinou dezenas de criancinhas nos EUA nos anos 1960. Não demorou muito para que tivesse início um boato sobre a chamada “Gangue do Palhaço”, atuante na região metropolitana da maior capital brasileira. Como quem conta um ponto sempre aumenta alguns pontinhos, logo a lenda se tornou tão detalhada que parecia até verdade: dizia-se que o grupo de criminosos era liderado por um palhaço da cidade de Osasco que roubava órgãos em uma Kombi azul.



A Brincadeira do Copo




Muitos dos que estão lendo isso já devem ter ''brincado'' de invocar espíritos com um copo alguma vez durante sua adolescência. A lenda em torno dela(fora a própria efetividade da brincadeira) é a de um grupo de amigos que resolveu fazer a famigerada brincadeira durante uma festa, um deles era descrente e só de sacanagem resolveu perguntar se alguém naquela mesa iria morrer recentemente,a resposta foi sim e logo em seguida o copo(em algumas versões ele é substituído por um compasso ou lapiseira) se estilhaça na frente de todos.Algum tempo depois, eles ficam sabendo que o amigo cético que não ''respeitou'' o espírito havia morrido num acidente de carro.





O Cadáver nas Garrafas de Coca-Cola(ou Caixa D'água)





De acordo com a lenda, um funcionário da Coca-Cola teria sofrido um infarto enquanto operava um dos tanques de refrigerante, seu corpo teria caído dentro do tanque, que, de tão fundo, ninguém via o corpo mergulhado na Coca-Cola.Ele teria ficado lá por dias se decompondo e sendo engarrafado.Essa lenda foi tão forte que em seu ápice ela chegou a diminuir as vendas da Coca-Cola em todo território tupiniquim.Uma variação dessa lenda aconteceu na maior caixa d'água de uma cidade pequena,água essa que supria a cidade inteira.






Download Livro Minha Luta (Mein Kampf) Adolf Hitler

                                      



Mein Kampf (em português Minha Luta) é o título do livro de dois volumes de autoria de Adolf Hitler, no qual ele expressou suas idéias anti-semíticas, nacionalistas e racialistas, então adotadas pelo partido nazista. O primeiro volume foi escrito na prisão e editado em 1925, o segundo foi escrito por Hitler fora da prisão e editado no ano seguinte. Mein Kampf tornou-se um guia ideológico e de ação para os nazistas e também atualmente os neonazistas, sendo chamado de “Bíblia Nazista”.

Título Traduzido: Minha Luta
Título Original: Mein Kampf
Autor: Adolf Hitler
Lançamento: 1925
Gênero: Autobiografia, Política, Guerra
Páginas: 642
Tamanho: 4.7 MB
Formatos: .Pdf


Idioma: Português


O Verdadeiro Significado do Pentagrama


Quando eu era criança,sempre andava com pulseiras e colares que continha o Pentagrama como pingente.Porem sempre existia aquela piadinha que eu era uma pessoa do demo,por usar um símbolo ''satânico''.Daí surgiu o interesse por saber se realmente isso era verdade,e ao descobrir acabei me interessando tanto que resolvi fazer este post.





A humanidade sempre teve ao seu redor um mundo de forças e energias ocultas que muitas vezes não conseguia compreender nem identificar.Assim sendo,buscou ao longo dos tempos,proteção a esses perigos ou riscos que faziam parte de seu medo ao desconhecido, surgindo imagens e amuletos, criando-se símbolos nas tradições de cada povo.


O pentagrama está entre os principais e mais conhecidos símbolos,pois possui diversas representações e significados,evoluindo ao longo da histórias. Passou de um símbolo cristão para a atual referência entre os neopagãos com vasta profundidade mágica.







Ele é um símbolo muito poderoso de proteção e equilíbrio.Cada uma de suas cinco pontas representam um dos cinco elementos(Fogo,Ar,Água e Terra) e o unificador elemento do Espírito.A ilustração acima mostra cada elemento em sua característica cor: vermelho(Fogo), amarelo(Ar), azul(Água), preto(Terra) e o branco para o Espírito.



O correto pentagrama representa a diretriz, com tudo em lugar próprio. Em particular, o elemento do espírito e mostra acima os outros elementos-o corpo é subserviente ao espírito.



O pentagrama também está ligado a sefira Geburah na Árvore da vida e, é considerado como uma representação dos cinco elementos Hindu ou tattvas (Prithivi-Terra, Apas-Água, Vayu-Ar, Tejas-Fogo and Akasha-Espírito) ou os cinco elementos da filosofia Chinesa (Terra,Metal,Água,Madeira e Fogo).


Resumindo:


Em sua posição correta (a ponta virada pra cima), o pentagrama é um símbolo antigo muito poderoso de proteção contra o mal. Chamado também de “o nó infinito” (por causa de sua forma entrelaçada), o pentagrama era muitas vezes pendurado em portas, janelas e lareiras das casas por toda Europa Pré-Cristã. Algumas vezes confundido com a Estrela de Davi, ou hexagrama (uma estrela de seis pontas símbolo do Judaísmo), o pentagrama algumas vezes é chamado de estrela de Salomão, especialmente por feiticeiros em cerimônias.







7 Príncipes do Inferno





No inferno existe sete grandes reis, que se alimentam do pecado e do erro que o ser humano comete, cada um desses setes reis possuem seus pecados próprios, que nós conhecemos como os ''Sete pecados capitais''...

Por que sete pecados capitais?


O sete é um número muito poderoso, existem sete dias na semana, sete mares, sete céus e o sete é um número popular nas encantações magísticas antigas.O uso mais radical e mais forte do número sete é um que fala sobre os sete pecados capitais, que foram sete os espíritos mais terríveis da Babilônia denunciados no encanto, que são identificados com suas formas específicas.

O sete espíritos do mal são conhecidos também como trabalhadores do infortuno, aqueles que carregam as trevas, de cidade a cidade, aqueles que trazem escuridão sobre o dia mais brilhante.Então vamos á eles:



Lúcifer-Orgulho



O orgulho está diretamente relacionado a Lúcifer.O orgulho é considerado a raiz de todos os malefícios de todo o mal.Foi pelo o orgulho que Lúcifer,também conhecido como Satã, e outros nomes dependendo da cultura, caiu do reino celestial para o reino subterrâneo.O pecado do egoísmo é se vangloriar e pensar que é melhor que os outros.A arrogância que também faz parte do orgulho, bloqueia a divindade, a fé e todo o amor que à no mundo e também as outras pessoas para que não cheguem ao coração.O orgulho é visto sempre como um leão.





A virtude oposta ao orgulho é a humildade.A humildade é a única forma de combater o orgulho e todos os pecados causados por causa dele.Assim Lúcifer se alimenta cada vez mais do orgulho da raça humana, deixando ele um dos príncipes mais fortes das trevas.

Mamon-Avareza



A avareza está ligado diretamente a Mamon, Por Mamon quero dizer, o demônio que é o senhor do dinheiro.A avareza é um pecado mundão, cria misérias, ladrões e até assassinos, o lobo é o animal, que em Amiudê é retratado vindo do inferno carregando Mamon, para inflamar o coração do ser humano com a avidez.






A avareza possui uma escala de satisfação infinita e a obsessão do pecador com as posses materiais e também físicas , e espirituais que promovem a negligencia da riqueza também espiritual.

A virtude oposta, aquela que combate Mamon e também a avareza é a suficiência, relembrando que a avareza não é somente por dinheiro, existe avareza de sentimentos, quando não compartilhamos amor, ou afeto com pessoas ou negamos algo que é de direito. Isso faz Mamom também se tornar mais forte.


Asmodeus-Luxúria



A luxúria está ligado diretamente a Asmodeus.A luxúria é carregada do inferno pelo bodi, um animal considerado por muito tempo como lascivo ou também pelo asno, que representou o mesmo papel na roma antiga.Dizem que esse pecado da carne leva a imundice e para longe toda a fé do ser humano.A luxúria, o prazer excessivo do corpo e da mente, afasta o ser humano dos caminhos divinos e por isso Asmodeus se fortalece cada vez mais.





Asmodeus é retratado também como quatro cabeças, a primeira sendo de um asno, a segunda de um glutão, a terceira de um bodi e a quarta de um dragão, e as asas de demônio nas costas.Asmodeus é um dos demônios mais fortes existentes do inferno, porque ele provoca aquilo que todo o ser humano quer, o prazer, a luxúria.
A virtude que combate Asmodeus é a castidade, é se privar de certos prazeres, por isso ele continua cada vez mais forte, pois a castidade hoje em dia é quase extinta.

Leviatã-Inveja





A inveja que é a serpente torcida no abismo primordial, ligado diretamente ao Leviatã.
Ela entra no eu do ser humano e não sai mais, tornando ele cada vez mais ser da inveja, ou seja, ele não possui mais vontade própria, ele é comandado pelo Leviatã.A inveja é um pecado do diabo, pois não se deve cobiçar, é um dos dez mandamentos.







O pecado em geral é representado por uma cachorro, e muitas vezes retratado como um coração sendo devorado.
A virtude oposta é a caridade, a única forma de se combater Leviatã é sendo generoso e fazendo o ato da caridade.

Belzebu-Gula




A gula é ligado diretamente ao Senhor das Moscas, conhecido como Belzebu, que se alimentou tanto de ódio e tanto de dor que se tornou equivalente a Satã.
Nos evangelhos, Belzebu é chamado de príncipe dos demônios, como pecado ele rege sobre todo o excesso de comida, bebida e ganancia, nunca ficando saciável, vivendo para comer.





A virtude oposta da gula é a sobriedade, todos aqueles que alimentam a gula, será levados ao inferno e conhecerão Belzebu, o Senhor das Moscas.


Satã-Ira




Um dos mais perigosos é a ira que está ligado diretamente a Satã.

A ira é outro pecado do diabo, e uma imensa importância e poder, ele é geralmente incorporado por um animal com dentes afiados, como o leopardo, com as presas à mostra ou porco do mato, enraivecido, atacando, pronto para cometer um derramamento de sangue.









A consequência dessa paixão interior inflamada, é sentir a vingança no coração.Esse pecado se agrava até a raiva, obliterando tudo, menos a negatividade na vida interior e resulta em assassinato e guerra.
A ira é ligado diretamente a Satã, pela violência que ela causa e, todo o ataque de ira gera derramamento de sangue ou de lágrimas, alimentando e deixando Satã cada vez mais forte.
A virtude que derruba a ira e a coloca em seu lugar, é a paciência.A paciência deixa o coração benigno e evita o ser entrar em ira, deixando de alimentar Satã e o enfraquecendo.


Belphegor-Preguiça




A preguiça está ligada a Belphegor, ele que é retratado como a encarnação da preguiça.Esse pecado é considerado o pecado da carne, em geral é representado por cenas de ato de cair no sono no trabalho.
O burro que é a criatura que retrata a preguiça, se move devagar, é o animal que representa tudo aquilo relacionado a este pecado.









A virtude que combate a preguiça é a diligência.
Belphegor é um dos demônios menos perigosos, ironicamente por causa do pecado que faz parte.





Robert Johnson - A lenda Da Encruzilhada

Robert Johnson - Blues e histórias misteriosas

A vida de um dos maiores músicos do blues americano é marcada por eventos sinistros, datas e informações desconexas e muito misticísmo.

Robert Leroy Johnson nasceu de uma família de lavradores em Hazlehurst, no Mississippi. A região é marcada pelos intensos conflitos raciais e berço do blues norte-americano. Até mesmo a data de seu nascimento é imprecisa, sendo que o ano mais aceito (1911) está provavelmente errado. Alguns documentos escolares e certidões sugerem datas entre 1909 e 1912, mas nenhum deles cita o ano de 1911. 

Trabalhou no campo até os 16 anos, quando resolveu largar sua pacata vida de lavrador para tocar gaita e violão. Desde então não parou de viajar, tocando em todos os lugares em que pudesse, principalmente na rua. Com vinte anos, Johnson descobriu como fazer sua guitarra chorar usando o gargalo de uma garrafa quebrada, deslizando-a pelas cordas.

Sua carreira profissional durou apenas dois anos (1936 a 1938) apenas tocando em prostíbulos e bares de baixa popularidade. Gravou apenas 29 músicas e não conseguiu nenhum reconhecimento comercial em vida. Porém, ganhou de seus companheiros músicos o título de "The King of the Delta Blues Singers". Johnson é uma figura importantíssima para o blues pela padronização do formato de 12 compassos. Suas músicas foram regravadas por diversos artistas como Red Hot Chilly Peppers, Eric Clapton e muitos outros, além de influenciar grandes nomes do blues, como Muddy Waters e Elmore James. Mas as histórias ligadas a Robert Johnson são tão misteriosas e surpreendentes quanto sua influência nos músicos atuais.


A encruzilhada (The Crossroads)

Uma das grandes lendas conta que Johnson teria vendido a alma ao demônio para obter o seu talento e a sua habilidade com o violão. Acredita-se que ele ficou a espera na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em uma noite de lua nova com seu violão na mão. A meia-noite, o diabo em forma de um homem apareceu para afinar seu instrumento. A partir daí, todos que ouvem suas músicas são encantados por ela. No supersticioso sul dos Estados Unidos do início do século, eram comuns os mitos demoníacos, e o tema fazia parte da tradição do blues. Suas músicas como "Me and the Devil Blues", "Hellhound on my Trail" e "Crossroad Blues" aumentaram as crenças na história, pois essas músicas tinham alguma alusão ao diabo. Esta história foi difundida principalmente por Son House, um influente cantor e guitarrista de Blues Norte-americano.

A hipótese mais provável é que a lenda do pacto com o diabo tenha surgido por inveja, pois Johnson era um excelente tocador de violão.

O filme "A Encruzilhada" (Crossroads, EUA, 1986), com Ralph Machio e Steve Vai, é uma clara alusão a história de Robert Johnson, especialmente sobre seu encontro com o diabo para se tornar um grande músico.


Tocando de costas para o público

As atitudes de Robert Johnson ajudavam a espalhar sua fama de sinistro e adorador de forças ocultas. Uma delas era o seu hábito de tocar de costas para o público durante seus shows. As pessoas então diziam que ele fazia isto para esconder o olhar do diabo que surgia para auxiliá-lo. Na verdade, a versão mais coerente supõe que ele tocava de costas para esconder os acordes que ele inventava sozinho e não queria que algum músico que estivesse na platéia o copiasse.


A morte

A data de seu óbito também é imprecisa. Supõe-se que seja no dia 16 de agosto de 1938. Existem diversas lendas sobre sua morte. Johnson bebeu whisky envenenado com estricnina, supostamente preparado pelo marido ciumento de uma de suas amantes. Ele veio a morrer três dias depois de envenenado, sofrendo terríveis dores no estômago durante todo esse tempo. Essa seria a razão de, antes de morrer, Johnson ter sido encontrado andando de quatro e uivando como um cachorro no corredor do quarto do hotel que ele estava. Há várias versões populares para sua morte: que haveria morrido envenenado pelo whisky, que haveria morrido de sífilis e que havia sido assassinado com arma de fogo. Seu certificado de óbito cita apenas "No Doctor" (Sem Médico) como causa da morte.

Robert Johnson morreu aos 27 anos, deixando suas influências para o blues e para o rock de hoje em dia. Dentre seus grandes fãs, estão Keith Richards e Eric Clapton. Todas as histórias contadas sobre a vida desse grande músico são imprecisas, mas sua enorme colaboração para a música é certa.


As músicas

Veja abaixo as letras de todas as composições de Robert Johnson