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domingo, 22 de outubro de 2017

A noite da vela

Era uma noite muito escura em 1995.

Um  casalzinho de idosos costumavam dormir bem cedo, pois eles ficavam muito cansados. Dormiam  mais ou menos ás 19:00 horas.
Ás 19:00 então os velhinhos foram dormir. Quando deu meia- noite escutaram bater na porta. Seu Joares e Dona  Joana foram atender. Quando abriram a porta era ma menininha branquinha, branquinha, branquinha, com um vestidinho branco com bolinhas rosa, um sapatinho rosa com um lacinho branco e rosa na cabeça. A menininha falou suavemente : – “Me arranja um copo d’ agua?”  Dona Joana respondeu: -“Claro. Volto já.”  Quando ela chegou com o copo d’ água a menininha não estava mais lá. Havia apenas uma vela no local. Dona Joana colocou a vela na janela e voltou a dormir.
laço
Ao amanhecer dona Joana foi lavar roupas no quintal.
Encontrou com um vizinho que questionou: – “Dona Joana a senhora conheceu a minha filha Julia? “
Ela respondeu distraidamente: -“Não…”
Ela morreu em 1899. Adorava colocar velas na porta dos outros…
Lembre-se:
Cuidado! Pois a menininha adora fazer isso ainda!!!!!!!!!


A Maldição da Flor da Morte


Reza a lenda que no ano de 1925 aviaram uma bela jovem chamada Raquele. Ela foi criada pelo pai que era um rico fazendeiro, um dia passou em sua porta uma garotinha, pálida, vestida em um vestido preto comprido, a garotinha deu a Raquele uma flor morta, Raquele não entendeu mas guardou a flor, no dia seguinte seu pai achou Raquele morta com os pulsos cortados, na noite seguinte seu pai ainda tonto pela morte da filha achou a flor e guardo, passou-se 2 dias e ninguém tinha noticias do fazendeiro, foram até a fazenda e acharam o fazendeiro morto, enforcado, no chão a flor,uma velha senhora que morava aos aredores pegou a flor e perguntou aos empregados quem a avia dado,os empregados falaram que foi uma garotinha que deu para Raquele no dia em que ela morreu, a velha então falou que a meninha era um demônio.

A partir desse dia, a fazenda foi fechada por que disseram que estava amaldiçoada…

Venha Mamãe

Uma viúva com sua filha de apenas 5 anos de idade mudaram de cidade para viverem uma vida melhor para tentar aliviar a perda de seu pai.
Chegaram em um apartamento grande bonito e com preço muito justo, a menina já adorava a nova vida.
Certa noite ao dormir a mãe da garotinha ouviu uma voz
-Venha…….venha…….
ela estranhou e foi ver o que era mas a voz vinha de fora perto da caixa d´água.
então a mãe subiu a imensa escada seguindo akela voz que parecia mt de sua filha.
Ao chegar na caixa d´água deu se de cara com uma garota com fisionomia identica á de sua filha e ela disse:
_venha mamãe,venha
E a mãe respondeu:
_filha o que fazes ai em cima é perigoso.
_não é não mamaãe aki é o nosso lar lembra a senhora me abandonou bem aki.
Então a mulher se tocou que algo estava errado.
e a garota assombrada a pertubava dia e noite dia e noite
até que um dia a garotinha começou a mecher nas coisas da mãe e viu umas fotos estranhas e nela estava uma mulher com um bebe nos braços e então perguntou:
_mamãe quem é essa?parece vc
_e a mãe respondeu claro que não filha não mecha nas minhas coisas!
a menina estranhou o tom de voz da mãe mas n disse uma palavra e então achou uma fita de video e começou a assistir aterrorizada
pois no video aparecia asuposta mulher que inclusive era sua mãe jogando o bebe que carregava na foto dentro da caixa da água.
a menina aterrorizada tentou fugir e acabou se deparando com a mãe e a mãe disse :
_querida venha pra mamãe,mamaãe quer te mostrar a piscina que tem aqui…
_sai daqui eu quero meu pai
e ela disse
_então querida vamos na piscina seu pai sta morto e vc indo nela verá ele!
ela puxou a menina e tentou joga la mas ai apareceu a tal garota morta e disse
_vc n irá fazer com ela oq fez cmg!Venha mam,ãe para nosso laaar
e até hoje nunca se teve noticias da mãe da garota…….
Ao entrar em sua modesta cozinha em uma abafada tarde de agosto de 1971, Maria Gomez Pereira, uma dona de casa espanhola, espantou-se com o que lhe pareceu um rosto pintado no chão de 
cimento.

Estaria ela sonhando, ou com alucinações? Não, a estranha imagem que manchava o chão parecia de fato o esboço de uma pintura, um retrato.

Com o correr dos dias a imagem foi ganhando detalhes e a noticia do rosto misterioso espalhou-se com rapidez pela pequena aldeia de Belmez, perto de Cordoba, no sul da Espanha. Alarmados pela imagem inexplicável e incomodados com o crescente número de curiosos, os Pereira decidiram destruir o rosto; seis dias depois que este apareceu, o filho de Maria, Miguel, quebrou o chão a marretadas. Fizeram novo cimento e a vida dos Pereira voltou ao normal.

Mas não por muito tempo. Em uma semana, um novo rosto começou a se formar, no mesmo lugar do primeiro. Esse rosto, aparentemente de um homem de meia idade, era ainda mais detalhado. Primeiro apareceram os olhos, depois o nariz, os lábios e o queixo.

Já não havia como manter os curiosos a distância. Centenas de pessoas faziam fila fora da casa todos os dias, clamando para ver a “Casa dos Rostos”. Chamaram a policia para controlar as multidões. Quando a noticia se espalhou, resolveu-se preservar a imagem. Os Pereira recortaram cuidadosamente o retrato e puseram em uma moldura, protegida com vidro, pendurando-o então ao lado da lareira.

Antes de consertar o chão os pesquisadores cavaram o local e acharam inúmeros ossos humanos, a quase três metros de profundidade. Acreditou-se que os rastos retratados no chão seriam dos mortos ali enterrados. Mas muitas pessoas não aceitaram essa explicação, pois a maior das casas da rua fora construída sobre um antigo cemitério, mas só a casa dos Pereira estava sendo afetada pelos rostos misteriosos.

Duas semanas depois que o chão da cozinha foi cimentado pela segunda vez, outra imagem apareceu. Um quarto rosto – de mulher – veio duas semanas depois.

Em volta deste ultimo apareceram vários rostos menores; os observadores contaram de nove a dezoito imagens.

Ao longo dos anos os rostos mudaram de formato, alguns foram se apagando. E então, no inicio dos anos oitenta, começaram a aparecer outros.

O que – ou quem – criou os rostos fantasmagóricos no chão daquela humilde casa? Pelo menos um dos pesquisadores sugeriu que as imagens seriam obra de algum membro da família Pereira. Mas alguns quimicos que examinaram o cimento declararam-se perplexos com o fenômeno. Cientistas, professores universitários, parapsicólogos, a policia, sacerdotes e outros analisaram minuciosamente a imagem no chão da cozinha de Maria Gomes Pereira, mas nada concluiram que explicasse a origem dos retratos.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Essa foi uma história enviada por um leitor ( anônimo ).

Esse relato aconteceu em agosto do ano passado, não me lembro do dia da semana.


Eu estava com algum problema e não conseguia dormir muito bem, estava quase 48 horas sem dormir, então resolvi tomar um calmante para tentar me acalmar e dormir.
Olhei para o relógio e já era quase 1 hora da madrugada. Como não estava conseguindo dormir liguei a televisão e comecei a assistir um filme… depois de 2 horas comecei a pegar no sono.
Depois só me lembro de acordar no meu quarto, olhar para minha cama e ver o meu corpo que estava estendido nela, logo depois fui sugado para um túnel até uma caverna muito grande… Até aquele momento não estava entendendo nada, para mim era apenas um sonho.
Olhei em volta da caverna, tinha várias celas, mas estavam vazias e no centro uma porta enorme. Comecei a caminhar até aquela porta e a empurrei… do outro lado me deparei com outro cenário totalmente diferente: era uma sala muito pequena, no centro uma mesa bem comprida com várias cadeiras em volta. Olhei ao redor da sala e nela tinha várias estatuetas, cada estatueta tinha um rosto e o nome gravado na parte de baixo. Cada estatueta tinha o nome de Políticos, Papas, Ditadores e Senhores das guerras de épocas passadas, como Napoleão, Adolf Hitler entre outros.
Depois um homem se aproximou de mim, perguntei para ele o que estava acontecendo, ele me respondeu que as estatuetas em volta eram de homens ambiciosos que pensava ser maior que o Criador e por isso estão sendo punidos pelo resto da sua eternidade.
Naquele momento ouvia gritos, choro e sofrimento eterno. Aquele homem abriu um livro e dentro dele tinha uma chave, ele me ofereceu essa chave e falou que com aquela chave eu ia ter muito dinheiro e todos os prazeres do mundo, tanto poder que as pessoas iriam se curvar em minha presença. Naquele momento percebi que estava falando com próprio Demo. Repreendi em nome de Jesus Cristo… Depois não me lembro de mais nada.
Acordei no dia seguinte e não me lembrava de nada do que tinha acontecido. Depois de um dia é que fui me lembrar que tinha tido uma experiência fora do meu corpo, direto para o Inferno.

domingo, 25 de dezembro de 2016

Natal Macabro

Todos nós sabemos que o Natal reserva boas surpresas para quem se comportou bem durante o ano. Mas, o que acontece com aqueles que deixaram a desejar? Um presente amaldiçoado, transforma esta noite mágica em uma noite sangrenta e mortal.

Dia de natal. Durante o dia todos estavam apressados e empolgados com as festividades noturnas, enquanto Noel, mais tarde conhecido como Papai Noel, colocava em prática todo seu plano. A cidade era pequena, e ao total na lista de Noel haviam 88 crianças. Noel durante o dia todo sem descansar construía com suas próprias mãos os brinquedos das crianças. Eram carrinhos de madeira, bonecas de pano e muitas outras coisas que ele não havia entendido, mas que inventava novos brinquedos.

Durante a noite de natal, Noel esperou as festas cessarem, para que antes de terminar a noite, enquanto todos estavam exaustos dormindo em suas casas profundamente, ele entrasse pelas chaminés e colocava em prática todo seu plano. Depois de entrar pela chaminé, Noel caminhava até a árvore natalina da casa, colocava um brinquedo endereçado à criança da casa, e logo em seguida procurava os quartos de seus pais. Ele levava consigo um saco com os presentes, e em seu cinto uma grande faca e uma pequena navalha.

Ao entrar no quarto dos pais, Noel retirava a faca e matava o homem e a mulher com golpes mortíferos no peito de cada um. Depois retirava seus olhos e os guardava numa pequena caixa que ficava dentro do saco de presentes. Com a navalha ele deixava as duas pessoas carecas e sem o couro da cabeça também, relembrando agora seu antigo serviço de barbeiro. Estava concluído seu serviço.

Próxima casa. Fui uma noite exaustiva para Noel, mas logo na manhã seguinte o resultado foi uma verdadeira e abominável cena de desespero em todos os cantos da cidade. Assim como ele queria e planejara. Policiais  famílias e visitantes nervosos e desesperados sem saber o que fazer, quando uma voz em meio à multidão gritou apontando para a grande árvore de natal do centro.

- Foi o velhinho dos presentes. Olhem a árvore de natal.

As pessoas em conjunto olharam com atenção aos enfeites pendurados em cada ponta do grande pinheiro. Os olhos de todas as vítimas estavam ali, no lugar das bolas brilhantes. Enquanto isso dezenas de sacos pretos circulavam para retirar os corpos das casas.

Todos os que estão mortos foram aqueles que tinham filhos e os levaram até ele na véspera de natal. Por sorte ele não fizera nada com as crianças. Outra voz gritava:

- Vamos matá-lo. Assim todos em união vasculhavam beco por beco pelo velhinho dos presentes, mas durante mais de 2 horas nada encontraram.

Ao passar em frente da antiga barbearia de Noel, alguns participantes de um grupo perceberam que aquele lugar não estava mais abandonado. Rastros de botas por toda a neve da calçada marcavam o caminho até a porta, que agora já não tinha mais neve sob a fechadura.

Com um pesado chute, a porta veio abaixo rapidamente, e em dupla entraram as primeiras pessoas. O restante do grupo aguardava ansioso por vingança. Esperavam um sinal para invadirem a casa e matarem o velhinho dos presentes. Mas alguns segundos se passaram, e a única coisa que escutaram foi o silêncio seguido por dois corpos que foram jogados para fora mortos e com as gargantas rasgadas. Em seguida Noel saiu pela porta da frente com sua roupa branca, agora vermelha de sangue, gritando:

- Hohoho, venham pegar seus presentinhos com o Papai Noel, hohoho.

Ele entrou e o silêncio dentro da barbearia só era cortado pelos gritos da multidão. A polícia chegou e cercou todo o quarteirão. Eles queriam invadir para tentar prender Noel, mas a população em massa chegou gritando:

- Vamos queimar o Papai Noel.

E foi o que fizeram. As chamas foram tão fortes e altas que para chegar perto do local da barbearia as pessoas tiveram que esperar mais de 1 dia para o calor diminuir. A história do papai Noel foi distorcida com o tempo, e hoje, pelo menos em teoria ele é uma boa pessoa, um bom velhinho. Mas lembrem-se de quem ele realmente foi no passado. HO HO HO FELIZ NATAL A TODOS!



domingo, 20 de novembro de 2016

O Pintor Sangrento (Bloody Painter)



"Este é Helen, 14 anos. Suas olheiras enormes fazem parecer como se nunca tivesse dormido o suficiente. Ele não se importa com o seu cabelo preto bagunçado, já que ele não liga muito pra sua aparência.
 
Seu assento está no fundo da sala de aula, ao lado da janela; Ele sempre senta lá desenhando em silêncio, como se fosse tudo para ele. Ele não gosta de socializar com as pessoas, tornando-o um solitário.


Havia uma pessoa que sempre era empurrada para o chão depois da escola. Esse é Tom, que é sempre vítima de bullying, não porque ele fez nada antes, é apenas implicância e maldade das pessoas ao seu redor. Essas coisas acontecem com frequência, e Helen está acostumado. Embora ele se sinta mal por Tom, ele não quer interferir, pois é bastante incômodo.


Durante o recreio, Judy diz que ela perdeu seu relógio, enquanto ela procura. Helen não a ajuda, já que não é da sua conta. De repente, alguém vê alguma coisa piscando na mochila de Helen."O que é isso?", Diz Ban, enquanto coloca a mão na bolsa e tira um relógio que é cravejado com diamantes falsos. Helen fica muito surpreso ao vê-lo, já que ele não sabe como ele chegou lá. - Ah! Esse é o meu relógio! "Judy recebe o relógio de Ban depois de ver a situação. Ambos viram para Helen com um olhar estranho. "Não fui eu", diz Helen, que ainda está desenhando no seu caderno sem levantar a cabeça. "Aham sei" Judy deixa a sala de aula com Ban após tirar suas conclusões.


No dia seguinte, como de costume, Helen senta-se à carteira desenhando. Ele percebe que a atmosfera a sua volta não está agradável; As pessoas começam a sussurrar sobre ele, e até mesmo alguns começam a chamá-lo de "ladrão". Ele decide não tentar se explicar, pois ele sabe que é inútil.


Com o passar do tempo, Helen torna-se o novo alvo de bullying da classe; Tudo o que ele faz agora está sendo exagerado. Ele não gosta, mas não resiste. Ele mantém os sentimentos em seu coração, mantendo silêncio.


Até que um dia, Ban veio até ele e pegou seu caderno, com seus desenhos inacabados. "Sempre fazendo essas coisas sem sentido" Diz Ban enquanto arranca algumas páginas do caderno, rasgando-as em pedaços, querendo ver a reação de Helen. nesse ponto, os sentimentos que ele tem guardado explodem. Ele soca Ban no rosto, e começa a luta. Helen não é tão forte no entanto, então ele foi espancado momentos depois. Outros estudantes foram ver a luta, sem apartar; Algumas pessoas até mesmo pisotearam ele em seu rosto e estômago.


Logo após a campainha tocar, todo mundo pára o que está fazendo e volta para seus assentos antes que o professor viesse. Helen volta para seu assento, como se nada tivesse acontecido. A professora entra na sala mais tarde, "Oh meu Deus, Otis (Helen)! O que aconteceu? Helen tem tantos machucados visíveis nele que a professora percebe logo depois que ela entra na sala. Todo mundo se vira para olhar para ele, esperando que ele dê uma resposta enquanto olha para ele com um olhar assassino. "Eu caí das escadas, senhora." Helen responde quando os olhares desaparecem.


Depois de voltar para casa da escola, seus pais também perguntam o que aconteceu, e ele responde com a mesma resposta. O casaco azul que ele está vestindo cobre todas os machucados tirando aqueles em seu rosto. Seus pais acreditam nisso sem dúvidas. Normalmente, quando os pais de Helen perguntam sobre como ele está na escola, ele sempre diz que está bem. Ele até mentiu sobre fazer um monte de amigos, vivendo feliz todos os dias. Helen se recusa-se a dizer a verdade a seus pais, uma vez que ele não quer fazer seus pais se preocuparem com ele.


Alguns meses depois, ele se acostumou com os comentários negativos sobre ele, e ser atingido ou humilhado tem sido algo rotineiro para ele; Ele é completamente imune a essas coisas agora. Quem o acusou em primeiro lugar? Por que o culpado fez isso? Isso não importa mais. Nada importa agora.


"Oi! Você está aí? "Helen recebe uma mensagem de um usuário desconhecido no Facebook. "Quem é você?" Ele responde. "Eu sou Tom, seu colega." Tom nunca interagiu com ele antes. Isso o surpreendeu um pouco. - O que é? - Helen diz. "Hum ... você está bem?" "Não é da sua conta." Helen conclui a pergunta de Tom. Tom digita por um tempo antes de dizer: "Escute, eu sei como você se sente agora. Você está na mesma situação que eu. Eu realmente quero ajudar você, mas não posso ... desculpe. "Depois, Tom e Helen se falam por um longo tempo, e Helen se sente muito melhor depois de lhe contar todas as dores e sentimentos por ele passados. Ele pode até brincar com Tom, muitas vezes usando ":)" para mostrar sua felicidade. Esta é a primeira vez que ele acha que ele fez um amigo.

O clima está quente na parte da tarde. "Venha me encontrar no telhado depois do primeiro período da tarde. Precisamos conversar, não me pergunte ", digitou Tom ontem à noite. Seguindo suas instruções, Helen encontra Tom no telhado, acenando com a mão e andando em direção a ele enquanto diz "Hey Tom! O que há amigo?". "Hum ... eu tenho algo a dizer ... algo importante ..." diz Tom com um rosto sério. "Lembra-se do incidente do roubo de relógio?" Como Helen poderia esquecê-lo? Foi assim que ele começou a sofrer! Helen acena para mostrar que ele se lembra. "Eu era o culpado!" Tom olhou para baixo, com medo de olhar em seus olhos. "O QUE ?!" Helen está chocado. "Eu roubei o relógio de Judy e te apontei como o culpado." "Por que você fez isso?" "Com você como o novo alvo do bullying, minha vida é muito melhor." Tom sorri. É verdade, que, quando todo mundo decide implicar com Helen, eles não vão incomodar Tom mais. Ele é como um brinquedo abandonado. Para ele que é totalmente perfeito. Enquanto ele permanecer em silêncio, ele será capaz de viver sua vida escolar segura e sã. Ele conseguiu; O plano foi excepcionalmente perfeito.


Helen agarra a gola da camisa dele, e, depois de empurrar um pouco, eles acabaram perto da borda do telhado. Tom escorrega e cai do telhado. Helen imediatamente pega sua mão, e tenta puxá-lo de volta para cima, mas Helen não tem tanta força para puxa-lo.


"Eu sinto muito, Helen" Tom cai. Helen fecha o olho, com medo de olhar para a cena. Ele não pode imaginar o que acontecerá com alguém depois de cair de um edifício de 6 andares.


Depois que os policiais chegam, eles interrogam Helen. Ele estava horrorizado demais com o acidente, no entanto, para dizer sequer uma palavra.


Mais uma vez, Helen torna-se o tema de discussão entre os alunos. Algumas pessoas pensam que Helen empurrou Tom do telhado, mas a maioria pensa que Tom cometeu suicídio, e Helen não conseguiu salvá-lo, porque o viram agarrar a mão de Tom antes de cair.


Naquela noite, Helen estava em seu quarto chorando, tremendo, e ele não pode parar a culpa que estava crescendo dentro dele. Ele precisa se acalmar, e de repente um pensamento brilhou em sua mente: "Não é minha culpa que Tom morreu. Ele merece morrer! "Isso o fez sentir-se muito melhor, e sua culpa desapareceu também. Helen sorri: "Tom teve seu castigo ... Suponho que é hora de os outros terem os deles, não é?" Seu choro se transformam em risos no escuro.


Os colegas de classe de Helen decidem dar uma festa no dia do Halloween, mas não é para celebrar o Halloween, é apenas para reunir o pessoal e festejar. Claro, Helen não foi convidado para a festa. A noite antes do dia de Halloween Judy e Maggie estavam trocando mensagens no Facebook. Ambos vivem no dormitório da escola, e o quarto de Judy está ao lado de Maggie.




09:03 - Judy: quem vai participar da festa de amanhã? Estou tão animada :D 

09:03 - Maggie: a maioria de nossa classe estará lá. Mas eu mandei mensagem pro Ban tantas vezes, e mesmo ele tendo visualizado, ele simplesmente não responde. O que ah de errado com ele? 
09:04 - Judy: ele deve estar trabalhando, eu acho09:06 - Maggie: algo estranho está acontecendo ... Eu tenho ouvido passos vindo da minha porta há muito tempo ... Eu acho que alguém está andando pelo dormitório09:06 - Maggie: espere, eu vou verificar 
(Usando o buraco na porta, Maggie vé algo incomum ...) 
09:07 - Maggie: o meu deus !! Há um cara lá fora que está usando uma máscara e uma jaqueta azul, e ele está segurando uma faca. E ELE TÁ TODO ENSANGUENTADO !! 
09:07 - Maggie: P**ra! Ele está batendo minha porta agora
09:08 - Maggie: meu Deus meu Deus meu Deus !!!! 
09:08 - Judy: acalme-se e encontre uma arma ou algo assim 
09:08 - Judy: proteja-se!
09:09 - Maggie: Ele está girando a maçaneta da porta, sorte que eu tranquei
09:09 - Maggie: Estou com medo!
09:09 - Judy: Maggie 
09:09 - Maggie: o que devo fazer ?!
09:09 - Judy: Maggie, ouça
09:09 - Maggie: SOCORRO!!
09:09 - Judy: Maggie, acalme-se 
09:09 - Judy: Maggie 
09:10 - Judy: Maggie?
09:10 - Judy: você está aí? 
A mensagem foi visualizada, mas Judy simplesmente não vê a resposta de Maggie. De repente, Judy ouve o som da abertura da porta do quarto. No momento que ela vira, ela sente uma dor terrível em seu estômago. Uma pessoa ensanguentada que está vestindo uma máscara e uma jaqueta azul invade quarto e apunhala ela.

Naquela noite, todos os estudantes que estavam no dormitório foram assassinados. O assassino usou o sangue das vítimas para pintar nas paredes do dormitório, com a maioria das pinturas sendo um smile ":)". Muitos dos cadáveres estavam picados e triturados, possivelmente para obter mais "tinta". Helen Otis, o culpado, ainda está desaparecido atualmente.


No entanto, na sala de bate-papo onde Judy e Maggie trocaram mensagens, uma mensagem foi escrita que responde à primeira mensagem de Judy às 09:03:


 "11:15 - Judy: não se entusiasme com o amanhã :)" porque não haverá amanhã."






Creepypasta traduzida de Deviant Art

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Tuspero Vermelho

Não sou um alcoólatra.


Eu sei que é isso que todos alcoólatras dizem. Mas eu juro, não sou. Creio que eu tenha apenas um probleminha com álcool. Houve um incidente com uma garota que meio que me fez ficar sóbrio, literalmente e metaforicamente. Não tinha sido a primeira vez que um encontro com uma mulher não tinha dado certo para mim, mas esse fez com que eu questionasse o quanto estava bebendo. Então decidi que ficaria sete dias sem álcool. Tenho um fraco por vinho, mas decidi que não colocaria nada alcoólico na boca. Sem cerveja, sem licores, sem nada. Meu plano era ter uma semana bem monótona, mas estava determinado a me desafiar.

No dia seguinte ao encontro desastre (e o dia que decidi parar de beber), meu melhor amigo Nate começou a me pressionar para experimentar um vinho novo. "Tenho uma garrafa incrível aqui," ele me mandou por mensagem. "Se chama Tuspero Vermelho. Dá uma procurada. É o melhor vinho no mercado. Dá um pulinho aqui em casa e vamos dividir uma garrafa."

Tentei explicar que eu estava dando um tempo com a bebida. Mas ele começou a forçar a barra. "Você tem que experimentar, você vai gostar. Tuspero Vermelho. Só uma taça."

Eu o ignorei. Ele nunca havia me pressionado antes por causa de alguma bebida alcoólica, então supus que era um vinho realmente bom. Mas podia esperar uma semana.


O estranho é que parecia que todo mundo estava comentando sobre esse vinho. Fui no mercadinho comprar algumas coisas e o garoto do caixa me olhou com um olhar estranho. " Você não esqueceu da sua garrafa de Tuspero Vermelho?" perguntou. "É o melhor vinho no mercado. Você tem que provar, vai curtir."


Falei que eu tinha parado de beber e ela me deu um sorriso doce, porém estranho. Era um sorriso muito falso. "Só uma taça. Prove."

Paguei minhas coisas e sai de lá.

Minha amiga Autumn me convidou para jantar. Aceitei porque achei que jantar em um restaurante faria eu esfriar um pouco a cabeça. Falei para ela que não queria ir especificamente em um bar. Ela aceitou, e fomos jantar em um restaurante chinês.

Sentamos em uma mesa como o de costume. Pedi frango xadrez. Ela pediu um prato com porco e uma taça do vinho Tuspero Vermelho. Eu revirei os olhos. "Porque todo mundo está tão obcecado com esse vinho?"

Autumn ergueu o canto dos seus lábios usando as pontas dos dedos. Era estranho pra caralho. "Tuspero Vermelho é o melhor vinho no mercado. Vamos dividir uma taça."


"Não!" eu tirei as mãos dela do seus lábios. "Acabei de te falar que não estou bebendo mais."

"Vamos, querido." ela respondeu, a língua caída no canto da boca. "Você tem que provar. Você vai gostar."


"O que esse vinho tem de tão especial, afinal?" Minha vontade era de me levantar e ir embora. Mas a garçonete tinha voltado a nossa mesa carregando duas taças de vinho. "Eu não pedi isso," falei com raiva.

"Mas é o melhor vinho no mercado," ela respondeu. Um de seus olhos estava fechado com força. O outro olho estava aberto e se mexendo para lá e para cá. "Você tem que provar. Vai gostar."

Autumn ergueu sua taça. Ao invés de bebê-lo, ela jogou-o contra o rosto. O líquido vermelho borbulhou quando tocou sua pele. Manchou seu vestido. Com nojo, empurrei minha cadeira para longe da mesa. Percebi que todos os outros clientes estavam olhando para nós. A maioria também jogava vinho em si mesmo, alguns no rosto, outros no colo.

"Autumn..." eu mal conseguia falar. Ela estava de pé, sua saia erguida e as calcinhas em volta de seus tornozelos. Ela estava tentando inserir a taça de vinho nela mesma. Eu gritei. Ela parecia sentir dor, mas não parava. Eu ouvi a taça quebrar e finalmente ela sorriu.

Aterrorizado, saí correndo do restaurante. Os outros clientes tinham começado a me chamar. "Você tem que provar!", "Apenas uma taça!", "Você vai gostar!". Bati a porta com força e sai pela rua. Isso não podia ser real. Todos os pedestres se viraram para me olhar. Tinham expressões estranhas em seus rostos. Alguns seguravam a pele da face com as mãos em posições estranhas. Outros estavam com a boca escancarada. Entrei no meu carro o mais rápido que pude e dirigi em direção da minha casa.

Não liguei o rádio, com medo de ouvir sobre o Tuspero Vermelho.

Estacionei na frente de casa. A rua estava vazia, graças a Deus. Andei em direção a entrada e uma mulher estava lá de pé. Completamente nua. Os cabelos em um emaranhado de fios vermelhos. Dei um passo para trás, mas ela começou a falar.


"Você já provou, pelo menos?" Ela levantou as mãos e mexeu no cabelo. Era Márcia - a garota do último encontro. A do incidente. Ela não estava sorrindo. Haviam roxos e hematomas em suas coxas e braços. "Você vai gostar, prometo.", sussurrou.

"Márcia, eu sinto muito..." lágrimas escorreram de meus olhos.

"Experimente," ela chiou. Ela enfiou a mão dentro da boca e parecia escorregá-lo pela garganta. Enfiando o punho lá dentro, puxou algo. De dentro de dela saiu uma garrafa de vinho. Pingava com algo que estivera no seu estomago. "Você vai gostar."

Eu quase vomitei. Márcia jogou a garrafa de vinho no chão de cimento. Se espatifou. A substancia vermelha manchou o chão com grandes coágulos vermelhos. Olhei para Márcia e agora ela estava totalmente vestida. Sorria para mim. "Lamba a sujeira," falou contentemente. "Lamba como uma cadela." Ela riu.

Corri dela em direção ao fundos da casa. Consegui chegar a porta, as chaves em minhas mãos tremulas. Eu tremia de medo. Finalmente consegui a porta e cai no chão da cozinha; Tranquei a porta imediatamente.

É aqui onde estou agora, trancado na minha casa. Posso ouvir Márcia lá fora. Outros estão com ela porque reconheço a voz de Nate e Autumn junto da dela. Acho que consigo ouvir até a voz dos meus pais. Todos estão falando para eu experimentar o vinho. Que eu vou gostar. As vezes eu ouço taças se espatifando. As vezes eu ouço gritos. Não sei o que está acontecendo lá fora. Estou com medo de mais para olhar.

Meu irmão mais velho está falando comigo pelo buraco da fechadura. Ele está pedindo para eu experimentar o vinho. Ele gostou. Eu também vou gostar.





sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Casper (Baseado em Fatos Reais)



Baseado em uma ligação real para o 911(policia americana):

-911 emergência. Você precisa de ajuda ?


-Sim, por favor , há alguém em minha casa.

-Sim, senhor, eu estou comunicando à polícia , Você esta a onde?

-Só por favor , por favor. Peça a alguém para vir pra cá.

-Eu vou , senhor, mas eu preciso que você confirme o seu endereço primeiro.

-É  ******* apartamento nº 2 .

-Ok, a polícia está a caminho, mas vou precisar que você se acalme, Você sabe se é um homem ou uma mulher ?

-Eu não sei, Eu só vi a parte de trás de sua cabeça, o couro cabeludo foi arrancado.

-Desculpe senhor?!

-A pele estava pendurada do lado fora de sua cabeça, ele começou a se virar para mim, mas...

(vidro quebrando)

-Tudo, tudo....tudo apenas começou a balançar.

- Você é capaz de chegar a uma saída?

- Não eu estou no armário... OH meu Deus.

-Tudo bem, eu preciso que você fique calmo, Voce tem algo que possa usar para se proteger?

- Han... tem alguns cabides!

-Ok pegue um cabide e estique-os.

- São todos de plástico!

- Ok senhor, tem mais alguma coisa?

(estrondo indeterminado)

-Vá embora!

-O que esta havendo?

-Vá embora

-Senhor?

(som metálico indeterminado)

-Eles estão do lado de fora da porta

-A policia está há alguns minutos daí. eu só preciso que você aguente um pouco mais de tempo

-Por favor, por favor.... eu estou tao assustado. Eu estou tão...

(porta abrindo)

- OI! EU SOU O CASPER!

-OH meu Deus

(estrondo indeterminado/rugido)

-Senhor, senhor, você está aí?

-OH meu Deus

(estrondo indeterminado/luta)

-Senhor?


A voz dele foi ficando mais distante, como se tivesse sendo levado pra longe, apesar de ainda estar gritando, a voz dele foi sumindo. Risadas de crianças ecoaram do outro lado da linha. A operadora deu um pulo de susto com o coração na mão. Os gritos pararam. Silencio.

***

Alguns minutos depois, a policia chegou ao local. A porta do apartamento estava aberta, mas nenhum vizinho acordado. A casa estava revirada, mas ao que parecia o intruso não buscava por algo, mas sim, destruir coisas.

No quarto, encontraram a porta derrubada e mais uma vez, tudo revirado. Houve luta ali. A porta do armário estava aberta e um rastro se sangue seguia direto para o espelho de parede, terminando nele. O lençol da cama tinha sido arrancado como se alguém tivesse se agarrado a ele. O lençol estava esticado no chão, a alguns centímetros do espelho.

Ele aponta sua lanterna para o espelho. Uma marca de mão pôde ser vista nele. Uma marca de mão do tamanho da mão de um adulto. Analisou a marca com cuidado... quase não reparou no sorriso largo e cheio de dentes que apareceu no reflexo do espelho.


Abaixo o audio original da ligação(em inglês)




sábado, 26 de setembro de 2015

O Quadro Do Palhaço


Um homem (pai de família) decidiu construir uma casa para poder viver nela durante um ano com sua família, sua mulher e seus oito filhos, fazendo assim uma enorme mansão que causava inveja em todo mundo.

A família passou a viver lá no momento em que o pintor deu a última pincelada, decoraram a casa à seu gosto e colocaram um quadro que haviam comprado de presente de aniversário para uma de suas filhas na sala. O quadro mostrava um palhaço visto de cintura para cima que teria os dedos das mãos abertos. Eles gostavam muito e havia sido muito barato.


Passados poucos dias vivendo ali, Cloe (assim se chamava a esposa) foi acordar uma de suas filhas que dormia sozinha em um dos quantos quando viu que ela estava morta. Cloe deu um grito e, histérica, foi chamar seu marido e o exigiu que deveriam sair dali rapidamente, que não gostava da casa e que estavam acontecendo coisas muito estranhas. O palhaço do quadro tinha abaixado um dedo, agora mostrando apenas nove (Porém ela não se deu conta disso).


O homem a acalmou e conseguiu que ela ficasse quieta em casa. Dois dias depois misteriosamente um de seus filhos adolescente sofreu um acidente de moto e faleceu, a mulher voltou a exigir que saissem da casa, porém eles ficaram. E assim foram passando os dias e aos poucos morria um filho. Cloe estava ficando louca, de oito filhos que tinha, só ficaram cinco. Contudo seu marido pensava que era má sorte. Cloe decidiu que sairia de casa no dia seguinte com seus filhos e deixaria seu marido. Na manhã seguinte, Cloe estava morta. O homem se deu conta de que aquilo tudo era muita coincidencia e ao observar por acaso o quadro, viu que agora só haviam seis dedos levantatos e decidiu investigar sobre ele.


No dia seguinte, os gemeos apareceram na bera de um rio afogados, o palhaço mostrava agora quadro dedos. Nesse mesmo dia morreu também outra das filhas por uma overdose de drogas, segundo a autopsia, mas o homem sabia que isso era obra do palhaço e viu que ele tinha abaixado outro dedo. Jurou por sua vida que protegeria aos dois filhos que lhe restou, um de 2 anos e outro de 6, mas por mais que jurasse e jurasse, nunca conseguiu que essas desgraças parassem pois cinco dias depois morreu seu filho mais novo e o palhaço só mostrava dois dedos.


Uma semana depois morreram pai e filho em um incendio que destruiu a casa. Dizem que o quadro se salvou e que todas as famílias que possuiram um quadro com ditas caracteristicas tiveram todos os integrantes mortos.


Assim, quando alguém quiser te presentear com um quadro de palhaço, não aceite.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Quer Brincar Comigo?

E aí!! Você topa brincar?¿

Uma das minhas piores experiências acho que foi quando eu tinha 5/6 anos e foi bem na época que comecei a ver coisas além de fantasmas porquê até então era somente fantasmas que eu via! Eu estava em casa com minha mãe, ela estava no quarto e eu na sala brincando com minhas bonecas e foi quando eu vi um vulto negro passar rapidamente pela janela da sala, eu achando que era só outro fantasma com o qual já estava acostumada fui atrás para "brincar com meu novo amigo" (por que era assim que eu chamava eles) nenhum dos fantasmas que eu via nunca me machucou ou me aterrorizou até aquele momento.
Quando sai pro pátio não via ninguém, procurei o vulto que tinha visto mas não o achei e foi quando me virei que dei de cara cm um ser alto vestido de preto, aquela coisa tava sorrindo pra mim um sorriso assustador mas aos meus olhos aquilo era demais porquê até então nunca tinha visto um ser daqueles, ele então me estendeu a mão e me perguntou "você quer brincar criança?" E eu respondi que sim e segurei a mão dele. Me lembro nitidamente oque aconteceu aquele dia, quando eu estava indo cm o ser estranho minha mãe apavorada correu para fora gritando meu nome e me pedindo chorando que saísse do lado dele, nunca havia visto minha mãe tão assustada e tão desesperada, minha família sempre soube das coisas que vejo e por causa disso sempre vinha um padre benzer e purificar a casa porquê meu sangue "atrai" essas coisas, eu não entendia oque tava acontecendo muito menos do porquê que minha mãe estava daquele jeito porquê para mim aquele ser era somente mais um dos meus "amigos" e foi quando aquilo 
aconteceu.

O ser se irritou cm minha mãe e a jogou longe, foi quando eu notei que ele não queria brincar mas sim me machucar! Minha mãe estava no chão e o braço dela sangrava porquê quando ela foi arremessada ela fez um corte profundo no braço, quando tentei correr pra ver se ela tava bem o ser me puxou e disse "nós vamos brincar não é? Você disse que sim..." Então eu vi que aquilo era completamente diferente e muito mais maligno do que eu já tinha visto! E foi quando eu senti uma presença atrás de mim e uma mão tocar meu ombro, e essa presença falou no meu ouvido "Não fique com medo, você não esta sozinha... Feche os olhos e conte até dez..." Fiz aquilo que ele tinha falado e quando abri meus olhos o ser e aquela presença tinham sumido e tudo que vi foi minha mãe correndo pra me abraçar e me tira dali!
Hoje tenho 15 anos e nunca mais vi aquela coisa, hoje em dia ainda penso que aquela coisa queria somente alguém pra brincar ou alguém pra fazer companhia porquê quando ele me disse aquilo segurando meu braço ele não estava sorrindo ele estava com uma expressão de solidão e dor em seu rosto.
Acho que se ele voltasse eu iria aceitar brincar com ele....

#‎Tio_Psychk‬


Eu quero a minha filha

Minha historia começa assim...

Em 2008 no bairro Raíz, Manaus... morava eu e as minhas duas irmãs... casa grande de 4 quartos... e a noite ouvimos sempre passos na casa e sempre portas se batendo...mais não dávamos muita bola.. afinal a casa era muito grande e passava muito ar pela casa... ai certa noite.. minha irma mais velha saiu pra estudar.. e eu e minha irma mais nova... ficamos em casa sozinhos... e começou novamente aquela coisas.. barulhos nas portas e passos pelo chão, e então eu resolvi sair do quarto e dar uma olhada.
Tava tudo muito escuro.
E então comecei a andar pelo corredor da casa.
E no ultimo quarto havia uma cadeira de balanço que eu me lembro bem não dava pra sentar pois estava sem os elásticos.
Mais naquela noite eu vir um homem magro... cabelo negros., que se balançava bastante naquela cadeira.
Ele batia o pé no chão com tanta força que parecia está com raiva..
e então eu fui me aproximando dele...
E pude ouvir ele falar... eu quero a minha filha, eu quero a minha 

filha..

Eu sem entender nada... perguntei quem era a filha dele... e ele continou com a mesma frase...
Então resolvi voltar pro quarto...
Quando eu voltei pro quarto.. e tranquei a porta... ouvimos o passos de novo... ele estava vindo em direção ao quarto que estávamos... e bateu na porta...ficava batendo com muita força... dava pra sentir a vibração... quando parou.. eu e ela tivemos a ideia de correr pra rua... e então eu falei pra ela abrir a porta e correr na frente que 
eu iria logo atrás.. 

Caso ele correr atrás dela.. eu iria chamar a atenção dele pra me...
Então a gente conseguiu sair de casa com sucesso...
E da grade de fora da casa... nos começamos a olhar pra dentro de casa... e ele estava lá.... olhando pra nós como se estivesse esperando a minha irma voltar novamente pra dentro de casa... então eu fiquei olhando pra ele..não desviava o olhar.. e pedir pra minha irmã ir chamar os vizinhos..
Os vizinhos entraram dentro de casa..e foram até o último quarto.. e o quarto estava todo bagunçado e a cadeira já estava no quarto da minha irmã...

‪#‎Tio_Psychk‬


sábado, 22 de agosto de 2015

Minha Namorada Morta Me Manda Mensagens No Facebook

Minha namorada Emily morreu no dia 7 de agosto de 2012.

Acabei de receber outra mensagem, e ela é pior do que as outras. Ela sofreu um acidente envolvendo 3 carros. Alguém atravessou um sinal vermelho enquanto ela dirigia pra casa do trabalho. Ela morreu em questão de minutos na cena do crime.

Nós estávamos namorando há cinco anos quando isso aconteceu. Ela não curtia muito toda aquela ideia de casamento (ela dizia que sentia como se fosse algo arcaico, que lhe dava uma sensação estranha), mas se curtisse, eu teria me casado com ela com cerca de 3 meses de namoro. Ela era corajosa; o tipo de garota que sempre fazia as escolhas mais ousadas. Sempre ficava feliz quando acampava, mas também era uma verdadeira viciada em tecnologia. E ela sempre cheirava a canela.
Dito isto, ela não era perfeita. Sempre dizia coisas do tipo "Se eu morrer primeiro, não adianta ficar dizendo coisas boas sobre mim. Nunca gostei disso.” ou “Se você não me pagar, está me fazendo um desserviço” e “Eu tenho muitas falhas, e isso é apenas outra parte de mim". Então, isto é pra Emily: a música que ela dizia que gostava e a musica que realmente gostava de verdade eram totalmente diferentes. Sua ideia de afeto era somente um abraço comum. Ela tinha dedos muito longos, como um chimpanzé.

Sei que isso é superficial, mas não me sinto bem se você não tiver uma ideia de como ela era. Emily havia morrido a certa de 13 meses quando me mandou a primeira mensagem.

04 de Setembro de 2013


Isto foi quando tudo começou. Eu havia deixado a conta do Facebook de Emily ativada pra que eu pudesse enviar-lhe mensagens ocasionalmente, postar em seu mural, rever suas fotos... Parecia muito conclusivo (e muito diferente do que Emily iria querer) fechar sua conta e deixar somente as lembranças. Eu compartilhava o acesso com sua mãe (Susan) - ou seja, ela tinha o login e senha, e passou somente 3 minutos naquela conta (ou num computador, afinal). Após uma pequena confusão, pensei que fosse ela.

06 de Novembro de 2013


Susan me confirmou que ela não tinha entrado no perfil de Emily desde a semana de sua morte. Emily conhecia muita gente, então imaginei que fosse somente algum amigo ou amiga dela mexendo comigo da pior maneira possível.


Por volta de Fevereiro de 2014, Emily começou a se marcar nas minhas fotos. Eu recebia notificações sobre as marcações, mas elas normalmente eram removidas assim que chegava a abrir a imagem. A primeira vez que eu realmente cheguei a ver uma, senti como se alguém tivesse me dado um soco no estômago. “Ela” me marcava em partes onde plausivelmente era poderia estar, ou gostava de ficar. 

Consegui tirar dois prints (um de Abril e um de Junho, que foram os únicos que eu consegui ver, por isso estão um pouco fora da linha do tempo desse texto).

Nesse período, comecei a perder meu sono. Estava puto demais pra dormir.

Ela se marcava em fotos aleatórias ao longo das semanas. Os amigos que notaram diziam que era somente um bug estranho do Facebook; Descobri recentemente que teve amigos que notaram, mas que não me disseram nada sobre isso. Alguns deles até mesmo me removeram de sua lista de amigos.

Neste ponto, você deve estar se perguntando: “Por que você não simplesmente desativou aquela conta do Facebook?”. Olha, bem que eu queria ter feito isso. Eu realmente queria. Só que nos dias em que eu não podia sair de casa, era bom ter alguém com quem pudesse conversar. Era bom visitar a página de Emily quando aquele pequeno ponto verde não estava ao lado de seu nome. Eu já era socialmente recluso quando ela estava viva; sua morte me transformou em algo muito próximo de um ermitão, e o Facebook e Jogos Online sempre foram (são) minhas únicas saídas do mundo real.

15 de Março de 2014


Enviei uma mensagem ao que eu achava ser o hacker de Emily.

Em 25 de Março, recebi uma “resposta”.


Não demorou muito mais do que alguns meses repassando por todo o bate-papo que eu descobri que ela estava reutilizando minhas próprias palavras também.

Minha resposta parece meio sem graça aqui. Eu estava intencionalmente fornecendo a ela/ele uma “isca” emocional (“Isso é horrível”) pra mantê-lo interessado no seu joguinho de merda; Eu havia imaginado que o tipo de pessoa que faria isso seria o mesmo tipo de pessoa que sente prazer com o sofrimento dos outros. Estava navegando em fóruns de tecnologia, tentando encontrar uma maneira de achar essa pessoa, contactando o Facebook. Precisava mantê-los por perto se eu quisesse recolher “evidencias”.

Eu cheguei até a mudar minha senha e detalhes de segurança diversas vezes.

16 de Abril de 2014

Eu recebi isso:


29 de Abril de 2014


Não descobri nenhuma pista. O Facebook havia me dito os locais de onde a pagina de Emily foram acessadas, mas desde sua morte, todos são lugares onde pude ter acesso (minha casa, meu trabalho, a casa de sua mãe, etc).

Minha resposta não era isca. "Pergunte ao Nathan" era uma piada interna muito ruim para que eu explique pra vocês, mas vê-la dizendo novamente foi absolutamente incapacitante. Minha reação foi de choque total.

Suas ultimas mensagens começaram a me assustar, mas não quis admitir isso, até agora.

8 de Maio de 2014

Eu não tenho nem palavras pra descrever isso...


“CONGE LAN DO” foi a primeira palavra original que ela (?) havia dito. Isso me deu pesadelos que não vão acabar tão cedo. Eu ainda continuo sonhando que ela está presa dentro de um carro, congelado e acinzentado. Estou do lado de fora da porta do carro no calor, gritando para que ela saísse dali. Ela nem percebe que eu estou lá. Às vezes, as pernas dela estão do lado de fora comigo.

24 de Maio de 2014


Eu não estava bêbado de verdade. Emily não era uma garota carinhosa, e sempre se envergonhava quando trocávamos dengos do tipo “eu te amo”, quando falávamos o quanto nós significávamos um para o outro. Ela ficava mais confortável com isso quando eu estava bêbado. Já fingi estar bêbado MUITAS vezes.

Sua resposta foi o que finalmente me convenceu a desativar sua pagina, pensando que poderia colocar um fim nisso. Pode parecer algo inofensivo, sua mensagem anterior – foi tirada de uma conversa antiga, onde eu estava tentando convencê-la a me deixar levá-la para casa, quando ela estava vindo embora da casa de uma amiga dela.

Na colisão, o painel a esmagou. Ela fora cortada em uma linha diagonal de seu quadril direito até logo abaixo de sua coxa esquerda. Uma de suas pernas foi encontrada debaixo do banco traseiro.

07 de Agosto de 2012


Voltando no tempo...

Estas são as mensagens que eu enviei pra ela no dia em que ela morreu. Normalmente, ela chegava em casa lá pelas 16:30. Essa, juntamente com algumas mensagens de voz, foi a ultima vez que falei com ela sabendo que estava viva. Você entenderá logo menos porque estou lhe mostrando isso.

01 de Julho de 2014

Recebi essas mensagens ontem:


Desativei sua pagina alguns dias após a mensagem sobre "andar". Até hoje, ela ficou quieta; parou até mesmo de se marcar nas minha fotos.

Eu não sei mais o que fazer. Será que devo excluir seu perfil? E se for ela? Sinto como se fosse vomitar. Não sei o que está acontecendo.

Acabei de receber uma notificação, ouvi o som de mensagem. Estou com muito medo de trocar de aba e verificar.

Eu verifiquei o alerta. Essa foi a mensagem...


Essa é a minha porta...

Esse é o meu computador...

Esse sou eu...

Recebi essa mensagem três horas atrás, mas não quis verificá-la até agora...

Agora estou legitimamente assustado. Não faço ideia de quem tirou essa foto.